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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Quatro dicas de atendimento para seu e-commerce





Vivemos em um tempo onde a maioria das compras e serviços são entregues de uma forma tão robotizada que as pessoas estão procurando cada vez mais por personalização. Não é a toa que o atendimento das operadoras de telefonia lideram as reclamações no Procon e Reclame Aqui. E cá pra nós: é um saco ter que ouvir uma gravação mandando apertar diversos botões e, quando finalmente consegue chegar em um atendimento com uma pessoa “de verdade”, a ligação cai ou o problema não é resolvido.

É até compreensível que empresas de grande porte não consigam atender com excelência cliente por cliente. Porém, o pequeno e micro empresário tem nas mãos um diferencial que pode fazê-lo crescer e se tornar referência! Atender o cliente como se ele fosse único e especial faz com que ele não apenas se sinta feliz com o processo de compra, como também ajuda a divulgar o seu e-commerce para outros potenciais clientes. Existem pequenas atitudes que, por mais básicas que sejam, podem lhe ajudar num bom atendimento. Para começar, listarei abaixo quatro pequenos passos que podem melhorar o seu atendimento.

Recebeu email? Responda!

Não existe mais essa história de responder os emails no final do expediente. Se algum cliente enviar uma dúvida, uma reclamação, ou até mesmo um elogio, procure ser ágil com a resposta. Não consegue solucionar a pergunta de imediato? Responda ao cliente informando que irá buscar uma melhor resposta e que em breve retornará com uma boa solução. Por mais que a segunda resposta demore, isso mostra ao cliente que você está atento aos questionamentos e procurando melhor atendê-lo.

Disponibilize um número de telefone

Por mais que a descrição do produto esteja detalhada, por mais que você responda todos os emails, ter um telefone à disposição do cliente é sempre bom. Falar com “uma voz humana” muitas vezes acalma a ansiedade do comprador no caso de alguma dúvida ou algum empecilho que possa vir a ocorrer. Procure ser cordial com o cliente, afinal, na maioria dos casos, ele está ligando para sua loja por ser a última alternativa para sanar alguma pendência.

Evite atender a ligação com um “alô”, isso pode passar a sensação de falta de profissionalismo. Informe o nome da sua loja e o seu nome no atendimento, mas isso não quer dizer que você precisa falar com a pessoa do outro lado da linha como se você estivesse em um telemarketing de operadora de celular.

Ah, e não se esqueça de atender o telefone! Pode parecer óbvio demais o que estou falando, mas vejo muitos casos de reclamações desse tipo. Se você trabalha em casa, procure instalar uma linha apenas para seu e-commerce e estabeleça um horário de atendimento para o atendimento via telefone (mas é claro, informe este horário no seu site). Além de não misturar os contatos você consegue, com isso, estipular limites entre o que é comercial e o que é residencial.

Responda por onde foi perguntado

Isso também pode parecer óbvio, mas muitos dos desentendimentos entre um comprador e a loja está nas conversas cruzadas por diversos canais de comunicação. Se o cliente enviou uma pergunta via mensagem no Facebook, responda por lá. Foi por email? Então fale por alí, e assim por diante.

No caso de você achar que é melhor falar por um outro canal, pergunte ao cliente se ele assim o quer. Se não for feito dessa maneira, o desencontro pode ser maior. Imagina que confusão um cliente perguntar por Facebook e receber a resposta por email! Procure simplificar os processos de comunicação, e não complicar.

Deixe o cliente a par do que está acontecendo

Enviar emails de notificação – ou eventualmente ligar, no caso de alguma situação mais complicada – deixa o processo de compra muito mais tranquilo pela parte do cliente. Por mais que a compra online esteja se popularizando na rotina do consumidor, as primeiras compras efetuadas em uma loja virtual ocorrem geralmente com estranheza.

Será que vão entregar no prazo? Será que o produto vai chegar de acordo com o que estava descrito? Será que a loja não é fria? Milhares de perguntas desconfiadas passam pela cabeça do consumidor desconfiado na hora de efetuar a primeira compra.

Para acalmar um cliente assim, só na base da atenção. Envie o código de rastreamento dos correios, mande um email informando que o pagamento foi efetuado, avise que o frete irá chegar no prazo e, se isso não ocorrer, explique quais foram os problemas ocorridos.

Manter o cliente sempre a par do que está acontecendo é ponto ganho duas vezes: evita um stress futuro e deixa o atendimento mais personalizado. Com essas dicas, sua empresa será destaque no atendimento e seus clientes sairão espalhando o seu bom atendimento.

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Fonte: Ecommerce news

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Saiba como deixar seu navegador mais rápido


A gente sabe, todo mundo quer navegar mais rápido. Afinal, quem tem tempo pra perder na internet?

No Chrome – hoje o browser mais popular da web – é possível ativar o recurso de pré-renderização; assim, o navegador prepara as prováveis páginas que você deva clicar para que elas sejam carregadas mais rapidamente. Nas configurações avançadas, basta marcar a opção “prever ações da rede para aprimorar o desempenho”. Fácil, né?

Ainda no Chrome, remover extensões e desativar plugins também pode ajudar bastante na performance do seu navegador. Atenção, antes de cancelar os plugins, tenha certeza que não vai precisar deles depois. Nas configurações, é só clicar na lata de lixo ao lado dos aplicativos que não deseja mais usar para removê-los.

No Firefox, da Mozilla, a limpeza de extensões e dados pessoais do navegador também ajuda em uma navegação mais fluida e sem travamentos. Em “complementos e extensões”, desative tudo o que for desnecessário. No Firefox ainda é possível fazer alguns ajustes finos para aumentar a performance do navegador. O recurso “pipeline” normalmente reduz o tempo de download das páginas. Para acessá-lo, basta procurar por network.http.pipelining.

A Microsoft também oferece ferramentas para melhorar o funcionamento do Internet Explorer. São parecidas com as dos outros navegadores, mas cada um com suas peculiaridades e caminhos. Vale a pena desativar extensões, limpar histórico e dados de navegação. Em todos os navegadores, uma alternativa para reduzir o consumo de memória e deixá-lo mais leve é tentar não manter tantas abas abertas ao mesmo tempo – o que, cá entre nós, é bastante difícil pra muita gente.

E aí, pronto para acelerar sua navegação? O tutorial completo e outras dicas para melhorar a performance dos navegadores mais populares da web estão aqui no Olhar Digital, logo abaixo. Confira e depois conte o que achou pra gente. Participe, deixe seus comentários e até a próxima.


Passo a passo 

Chrome
 Uma dica importante que o próprio Google dá é o recurso de pré-renderização das páginas, que possibilita que as prováveis páginas seguintes que o usuário acesse sejam carregadas mais rapidamente. Para isso é necessário entrar em Configurações e Mostrar configurações avançadas. Em seguida, na parte de Privacidade, marque a opção Prever ações da rede para aprimorar o desempenho do carregamento da página.

A melhor alternativa para reduzir o consumo de memória do Chrome e deixá-lo mais leve e rápido parte do próprio usuário. Não mantenha tantas abas abertas, o que é cada vez mais difícil na web atualmente.

Além disso, remover extensões pode ajudar bastante no desempenho do navegador. Para isso, acesse chrome://extensions/ ou entre em Configurações e Extensões e clique na latinha de lixo ao lado dos aplicativos que não deseja usar para removê-las. Limpar os dados também pode dar um refresco ao browser. Nas Configurações, clique em Limpar dados de navegação e confirme.

Desativar plug-ins pode ser muito útil para um ganho de desempenho, mas o usuário precisa pesar suas necessidades. O JavaScript é um deles, mas muitos sites dependem dele para funcionar. O Flash, que normalmente causa muitos travamentos no navegador, também pode ser desativado, mas haverá muitas perdas de conteúdo por isso. Para isso, acesse chrome://plugins/ e clique em Desativar naquele item que quiser deixar de usar.

Alterações em configurações de rede podem ser decisivas também para obter uma melhoria de desempenho. Entre em Configurações e Mostrar configurações avançadas, e Alterar configurações de proxy. Clique em Configurações de LAN e marque todas as caixas de seleção. Feche o navegador e reabra para ver se houve resultado.

Firefox
 Como no Chrome, a limpeza de extensões e dados pessoais do navegador colabora bastante para uma execução mais lisa do programa. Para desativar uma extensão, acesse Firefox,  Complementos e Extensões. Desative o que for desnecessário ou exclua se assim preferir. Já para apagar seus dados entre em Firefox, Histórico e Limpar dados de navegação.

Com o Firefox, no entanto, é possível fazer ajustes finos para melhorar seu desempenho, mexendo nas configurações do navegador. Digitando about:config na barra de endereços, procure por network.http.pipelining e dê um clique duplo para liberar o recurso de pipeline, que frequentemente reduz o tempo de download de páginas. Em seguida, encontre a entrada network.http.pipelining.maxrequests, dê um duplo clique e configure o valor para 40. Caso haja algum problema, basta refazer o caminho para desativar o recurso.

Internet Explorer
 A Microsoft oferece algumas ferramentas para tunar o desempenho do Internet Explorer e dá dicas em seu site de como fazer isso nos links abaixo.

A primeira delas é manter seu navegador atualizado. As versões mais recentes do IE são mais exponencialmente mais rápidas do que algumas mais antigas e a atualização pode garantir um desempenho bem mais satisfatório.

 Em seu site oficial, ela também sugere a utilização do FixIt, solução da Microsoft para detecção e correção automática de erros. Existe uma versão voltada especificamente para resolver alguns dos problemas do IE. Acesse este site e dê Executar Agora. O programa será baixado e executado para procurar algum bug que esteja atrapalhando o desempenho e tentar encontrar uma solução.
Também vale a pena desativar extensões, limpar histórico e dados de navegação e, se necessário e possível, deixar de lado plug-ins desnecessários.


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Como tirar seu IPs de listas da Spamhaus

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© Brilt – Fotolia.com

Várias empresas buscam a Return Path após  terem seus endereços de email ou domínios listados em uma das mais importantes listas de bloqueio de spam do mercado – a Spamhaus. A missão da Spamhaus é varrer a internet atrás de operações e fontes de spam e fornecer proteção anti-spam em tempo real para redes de internet. Se a Spamhaus lista seus endereços de IP ou domínios é porque eles perceberam atividades em sua rede que criam a percepção de que seu IP ou domínio são possíveis fontes de spam ou malware. Apesar de ser frustrante ver sua entrega em caixa de entrada e receitas decaírem, existem passos que legitimam remetentes e podem ajudar a solucionar a causa do problema e excluir seu IP e domínio da lista.
Passo 1: Aja imediatamente
  • Tenha senso de urgência: Pare de enviar campanhas o mais rápido possível e comece a rever seu programa de emails metodicamente.
  • Cheque suas campanhas recentes: Determine se há algo fora do comum que pode ter contribuído para isso. Você adquiriu endereços de email de uma fonte de alto risco (compra ou aluguel de listas ou acrescentou emails)? Você enviou emails para uma suppression list¹?
Passo 2: Contate seu Account Manager da Return Path, seu ESP e/ou ISP
  • Trabalhe com seu Account Manager da Return Path: Se você comprou o serviço Platinum da Return Path, contate seu Account Manager para maior assistência e direcionamento.
  • Seja transparente e proativo: Informe seu ESP e/ou ISP sobre o que aconteceu e que você está tomando medidas imediatas para resolver o problema. Informe-os que o Processo de Exclusão de Lista da Spamhaus  requer que o ESP ou o ISP os contate com informações pertinentes à lista e às medidas que estão sendo tomadas para solucionar o problema.
Passo 3: Reveja sua infraestrutura e práticas de envio para áreas de melhorias
  • Reveja sua infraestrutura: Certifique-se de que seu processo de bounce esteja removendo usuários desconhecidos após um bounce e que seus feedback loops de reclamações estejam funcionando adequadamente e suprimindo reclamantes.
  • Reveja suas práticas de aquisição de listas: Identifique e interrompa os métodos de aquisição de alto risco (compra ou aluguel de listas ou acréscimo de emails). Certifique-se que você está enviando mensagens apenas para pessoas que as requisitaram e que esperam recebê-las. Considere implementar um método de permissão Confirmed-Opt-In para todos os endereços de email coletados pelo ponto de vendas.
  • Remova assinantes inativos: Se um assinante não interagiu com seu email nos últimos seis meses, pare de mandar emails para ele. Nesses casos, é melhor enviar uma mensagem de reconfirmação. Se o usuário não confirmar, não envie novamente. No longo prazo, determine quando os assinantes deixam de interagir com seu email e remova-os de disparos futuros ou envie uma mensagem de win-back. Monitore ativamente a performance de todas as fontes de listas e campanhasSe perceber picos nas taxas de usuários desconhecidos, de reclamação, rejeição e spam traps, pare de fazer envios e encontre a causa.
Passo 4: Crie um plano de ação e envie ao seu ESP e/ou ISP
  • Trabalhe junto: Seu ESP ou ISP devem contatar a Spamhaus em seu nome e fornecer a eles uma cópia de seu plano de ação.
  • Seja conciso: A Spamhaus analisa um grande volume de pedidos de exclusão de lista, então seja sucinto e vá direto ao ponto. Sintetize brevemente os eventos que levaram à lista e trace o trabalho feito e o trabalho planejado para solucionar o problema.
  • Se seu ESP ou ISP não puder contatar a Spamhaus em seu nome: Contate a Spamhaus utilizando o link contido com a lista específica de seu IP ou domínio. Envie a eles seu plano de ação e informe-os que você entende que a situação é séria e que você está tomando atitudes para solucionar o problema imediatamente.
Passo 5: Coloque seu plano para funcionar
  • Siga em frente: Só o seu plano de ação de forma isolada não vai ajudar a tirar seus endereços de IP ou domínios da lista. Enquanto ele pode ajudar a dar mais confiança à Spamhaus de que o problema está sendo resolvido, eles não vão excluir seus endereços de IP ou domínios até tiverem evidências de que o problema está sendo resolvido. Você deve completar quaisquer atividades que tenha indicado que faria para solucionar o problema e evitar futuras inclusões na lista. Se você não seguir em frente e seus endereços de IP ou domínios voltarem à lista, será mais difícil sair dela novamente.
Apesar de não ter garantias de que seguir esses passos resultará na exclusão de seus endereços de IPs ou domínios da lista, suas chances aumentarão drasticamente. Claro, prevenir é melhor que remediar. Ao seguir as melhores práticas de envio, as chances de cair na lista da Spamhaus são baixíssimas.
¹Suppression list: lista de emails que devem ser removidos do mailing, por terem se descadastrado, retornado com erro, ou reclamado por receber seu email.

Conheça nosso Site:

Fonte: ecommercenews

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O Post Perfeito

blog
© pressmaster – Fotolia.com

Dia e noite os marqueteiros de plantão estão buscando formas e fórmulas para chegar ao post perfeito nas mídias sociais, especialmente no Facebook. Muito embora o assunto não possa ser reduzido a uma meia dúzia de dicas, existem alguns pontos que você não pode deixar de atentar quando estiver escrevendo conteúdo para a página de sua empresa na rede de Mark Zuckeberg. Veja quais:

Valor
Pense comigo: se não for interessante, informativo ou divertido por que deveria ser postado?

Timing
Estude seu público alvo e descubra quais são os melhores horários para se comunicar com eles. Faça testes, analise padrões e busque sempre as melhores horas.

Concisão
É fato: dados do PostRocket mostram que posts com, no máximo, 250 caracteres têm um engajamento até 60% maior.

Visual
Inúmeras pesquisas já provaram que posts acompanhados de imagem têm um índice de engajamento muito maior. Então não nade contra a corrente, busque postagens acompanhadas de imagem, e também vídeo.

Atual
Ser atual diz respeito não apenas a buscar conteúdo temático envolvendo as principais datas de nosso calendário, mas estar ligado no que está acontecendo no país, estado e em sua cidade. Contexto é a palavra chave.

Interativo
Pergunte a seus clientes o que eles gostariam de ver na sua página, e escute o que eles têm a dizer. Forneça feedback e mostre que a opinião deles é muito importante para a sua empresa.

Exclusivo
Descontos, promoções e brindes são alguns “pedaços” de exclusividade que você pode oferecer aos seus clientes, como recompensa por seguirem a sua página.

Adwords
Promova seus posts por meio do adwords do Facebook. É uma excelente maneira de maximizar seus resultados.

Planejamento
Trace metas de crescimento para a sua página e não deixe de agendar posts para datas como finais de semana e feriados.

Veja aqui o que preparamos para os blogueiros de plantão: CLIQUE AQUI

Fonte: Ecommercenews

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Metade da população mundial estará online em 2017


O tráfego da internet crescerá três vezes entre 2012 e 2017, alcançando uma taxa anual de 1,4 zettabytes – ou mais de 1 trilhão de gigabytes por ano. É o que revela uma estimativa da Cisco.

A empresa acredita que o tráfego chegará perto dos 121 exabytes por mês em 2017 – equivalente a 30 bilhões de DVDs, 28 trilhões de MP3 ou 750 mil bilhões de mensagens de texto. Um aumento exponencial se comparado aos 44 exabytes registrados em 2012.

Pela estimativa, cerca de 3,6 bilhões de pessoas em todo o mundo deverão ter acesso à internet em 2017, representando 48% da população mundial.

Para efeito de comparação, em 2012, 2,3 bilhões de pessoas estavam online, representando 32% da população mundial.

Além disso, a Cisco também estimou que a média de velocidade de banda larga irá mais que dobrar dos atuais 11,3 Mbps em 2012, para 39 Mbps em 2017.


Redesign do e-commerce: Quando é a hora?



design

Ao iniciar o seu comércio online, seu layout estava de acordo com o mercado em questão com as tendências da época, não é mesmo? Mas, como todos sabem, o design está em constante evolução, e é preciso ficar atento com os sinais para descobrir em qual momento é necessário redesenhar o seu e-commerce. Separamos algumas dicas de como detectar a hora de fazer uma mudança.

Evolução da marca
Como qualquer empresa ou negócio, sempre há a necessidade de recriar ou apenas fazer alguma modificação que torne a marca mais moderna e adaptada, de acordo com a imagem a ser passada através dela.
É importante que, ao mudar a marca, toda a identidade visual do negócio também se adapte a essa mudança. E com o e-commerce não pode ser diferente. Se o traço da marca, a sua cor, seu partido gráfico ou qualquer outro detalhe mudar, por mínima que seja a mudança, os elementos que fazem parte do design do site também devem ser atualizados, de forma que conversem com os demais materiais.

Mudança de posicionamento negócio
As empresas se adaptam conforme o mercado e o posicionamento estratégico, sempre que haja a necessidade. Alguma mudança na visão da empresa, um novo sistema de qualidade dos serviços, uma nova fatia de mercado a ser conquistada, um novo nicho de público, novas metas organizacionais, dentre outras diversas novas políticas implementadas.
Para que essas mudanças sejam efetivas também no e-commerce, é preciso fazer uma pesquisa inicial do que será necessário adaptar na linguagem visual do layout. Por exemplo, se houver uma mudança de nicho para focar no público feminino, pensar em elementos que atraiam esse determinado público, de forma que também não perca a identidade do negócio. Para saber se a mudança realmente está sendo positiva, é possível avaliar a reação do público através da ferramenta de teste A/B, garantindo os melhores resultados para o negócio.

Design e tecnologia ultrapassados
Se você olhar para o seu e-commerce e perceber que ele tem uma aparência ultrapassada, provavelmente é hora de um redesign. Um layout criado em 2010 deixará de ser atual em 2013. Padrões e tendências de web design mudam muito rápido, por isso se o design do seu comércio eletrônico não estiver atualizado e evoluindo no ritmo dos demais, acaba sendo considerado ultrapassado.
A mesma regra vale para a tecnologia utilizada, por exemplo, insistir em apresentar banners em formato flash pode ser um grande erro, do ponto de vista que diversos devices já não dão suporte a este formato.
Quando isso acontece, os visitantes gastam menos tempo em seu site e sua aquisição de clientes tende a diminuir.
Novas informações e conteúdo não só fazem com que os visitantes vejam o e-commerce como ágil, mas também ajudam a otimizar o seu posicionamento nos mecanismos de busca.

Os clientes estão com dificuldade de encontrar o que desejam
Se os seus clientes estão tendo dificuldades para encontrar o que estão buscando em seu e-commerce, é hora de um redesign. Se você estiver recebendo questionamentos de como navegar e onde encontrar determinado produto que você possui na loja, mas que não foi encontrado pelo cliente, ou se você já fez testes com usuários e seus clientes parecem perdidos, você precisa repensar a sua navegação. Será preciso implementar essas melhorias em seu redesign, de forma com que a navegação torne-se mais intuitiva possível e que os usuários encontrem facilmente o que estão procurando na sua loja virtual.
Outra dica está no cadastro com qualidade das meta tags e dados do produto, dessa forma, o mecanismo de busca da loja virtual possui mais informações para gerar um resultado de busca mais eficiente.

Está muito atrás dos concorrentes nos mecanismos de busca
Assim como as referências que se espalham através do boca-a-boca, resultado das experiências boas e ruins dos clientes, as referências dos mecanismos de busca proporcionam o melhor caminho para a conquista de clientes, que resultam do aumento de tráfego. Se a concorrência está superando você, provavelmente significa que eles têm implementado Search Engine Optimization (SEO) e executado melhores práticas que o seu e-commerce. Você precisa organizar melhor o seu conteúdo que o das demais lojas do ramo, e possuir uma estrutura que indexe as informações presentes na sua loja virtual, conquistando um melhor posicionamento nos resultados de busca.

Rejeição
Se você percebe, através do seu perfil do Google Analytics, que os visitantes da sua loja rejeitam o seu site, ou seja, visualizam uma página e logo saem, há a possibilidade do problema estar no layout. Porém é necessário que sejam feitas pesquisas e testes para descobrir qual é o real problema e o que pode ser feito para que seja solucionado, para assim planejar um redesign do e-commerce de maneira concreta e bem sucedida.
Com todos esses motivos que mostram que o e-commerce deve ser redesenhado constantemente, tenha sempre em mente o mais importante: a opinião do seu cliente. De nada adianta fazer um layout super moderno e refinado, que não condiz com o perfil do seu público-alvo. Devido a isso, é extremamente importante que todas as mudanças sejam testadas e aprovadas pelo seu cliente, para que se tornem mudanças positivas, e não apenas uma modificação no visual.

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Fonte: Ecommerce

segunda-feira, 6 de maio de 2013

E-mail marketing é a aposta do mercado para o Dia das Mães

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© auremar – Fotolia.com

Considerada a segunda melhor data para o varejo depois do Natal, o Dia das Mães traz grandes expectativas para o mercado.  O momento, no entanto, não é dos melhores, já que, em função da inflação, cuja projeção passa dos 5%, as famílias veem seu poder de compra reduzido.  Além disso, houve uma redução de satisfação da renda atual em 1,2%, de acordo com pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que atribui ao cenário o período de pagamento das contas de início de ano.

Diante desse panorama, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medido pela instituição, registra a nona queda em 12 meses. No contraponto anual, a diminuição chega a 9,9%. Se por um lado o consumidor está mais cauteloso, é precisamente nesse momento que é fundamental investir em ações de marketing. Com forte apelo emocional, o Dia das Mães pode trazer boas oportunidades de negócios para o varejo. É hora, assim, de investir nas diversas ferramentas de comunicação que o mercado apresenta.

Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd) aponta que o e-mail marketing é responsável por 10% dos negócios fechados para 50% das empresas que utilizam essa ferramenta para contato com o cliente. Em sua maioria, as empresas usam o canal para promoções (36%), seguido de vendas (33%) e ações de relacionamento (31%).

Essa ainda é uma das ferramentas mais vantajosas quando se analisa a relação entre custo e benefício: o custo do e-mail marketing é bem menor que o de uma mala direta, por exemplo, e o retorno também é mais eficiente. Para 45% das empresas entrevistadas na pesquisa, o ROI (retorno sobre investimento) é considerado vantajoso, um número significativo quando se fala em ação de marketing.

Boa parte do resultado alcançado por essas empresas deve-se a uma estratégia bem planejada e executada. Os cuidados para o uso do e-mail marketing como instrumento de contato com o mercado envolvem desde a preparação do mailing, até a landing page (página para onde o internauta é direcionado).

No desenvolvimento do mailing, a segmentação é uma das atitudes mais certeiras para atingir o seu público-alvo. Para isso, o primeiro e mais importante passo é definir o objetivo da ação. O lançamento de uma linha de roupas femininas pode interessar a um tipo específico de público, mas quando isso acontece perto de uma data como o Dia das Mães, esse público certamente será ampliado.

A segmentação do mailing pode ser feita de várias maneiras, mesmo que você tenha poucas variantes, como nome e endereço de e-mail. Observe o comportamento do internauta, entenda como ele responde às suas mensagens, este é o primeiro passo. Lógico que contar com um mailing mais rico vai facilitar muito o trabalho e aumentar o retorno sobre o envio, mas não adianta ter um mailing completíssimo se você não tiver clara a forma de segmentação.

Estabelecer os filtros corretos e as combinações para cada envio de e-mail é a base para uma estratégia de marketing eficiente. Para isso, é preciso dar um passo atrás e avaliar a sua base de dados. Eles estão atualizados? Há quanto tempo os dados não passam por uma higienização?
Cuidado ao adquirir bases de e-mail no mercado. Informações dos usuários, tais como: nome, endereço e telefones; são de suma importância para entender melhor o perfil do seu público-alvo e garantir a credibilidade dos contatos.

Em 2009, foi instituído o Código de Autorregulamentação para a prática de Email Marketing (CAPEM), com a finalidade de promover o bom uso da ferramenta, e o email marketing recuperou o seu prestígio.

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Fonte: Ecommerce News

segunda-feira, 15 de abril de 2013

E-commerce pode chegar a R$ 45 bi em 2016

Segundo Santos, o segmento apresentou taxa de expansão de 1.400% nos últimos dez anos e continuará crescendo em “ritmo chinês” na próxima década

Wikimedia Commons/Wikimedia Commons
E-commerce

No Congresso da Fenacom, Gustavo vai defender a ideia de que o canal de vendas – tanto de varejo quanto de B2B – deve se preparar já para uma radical integração de suas operações online e física
Até 2016, o mercado brasileiro de e-commerce passará a faturar R$ 45 bilhões anuais, em um salto impressionante sobre os R$ 24,2 bi registrados em 2012. A estimativa é de Gustavo Santos, Conselheiro Fiscal da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), e será explicada em detalhes durante painel na Fenacom 2013 – Feira e Congresso de Soluções para Automação Comercial, que ocorre em São Paulo entre 9 e 11 de abril. 

Segundo Santos, o segmento apresentou taxa de expansão de 1.400% nos últimos dez anos e continuará crescendo em “ritmo chinês” na próxima década.

Mas há uma mudança fundamental, diz ele. O crescimento, agora, será puxado pela presença massiva de um novo perfil de comprador – o “omni consumidor” – somado a outras novas tendências de comportamento de compra e de contorno tanto do mercado de varejo quanto de B2B.

“Omni consumidor é o consumidor que compra na internet, na loja física ou através de televendas de forma orgânica, cruzada”, diz Santos.
“Ele faz pesquisa de preços na internet antes de comprar na loja física e vai às lojas antes de comprar na web, de forma a sempre ter a melhor relação custo/benefício possível. Isso muda profundamente o funcionamento do mercado – e, segundo os dados mais recentes que temos, 62% dos clientes já faz pesquisa de preço na web antes de ir às compras no comércio tradicional.”

No Congresso da Fenacom, Gustavo vai ainda defender a ideia de que o canal de vendas – tanto de varejo quanto de B2B – deve se preparar já para uma radical integração de suas operações online e física. 

No caso do comércio corporativo, de empresa a empresa, ele sugere a criação de market places B2B como forma de ganhar “grande vantagem competitiva no aspecto de alcance e capilaridade de negócios”, sem a qual as tradicionais distribuidoras e revendas podem sofrer percalços com o aumento da competitividade em todos os níveis.

“A grande virada terá de ser dada pelas redes de varejo. Elas precisam com urgência integrar seus canais, isto é, as estratégias das lojas e de sites. Redes que se adaptarem e adotarem essa estratégia ganharão destaque pelo diferencial de serviço e atendimento ao consumidor, que está muito exigente e vai ficar ainda mais. Coisas como ‘compre na loja e receba em casa, compre em casa e retire na loja’ precisam se tornar parte comum do ferramental das redes.”

Segundo Santos, um dos fatores que exige essa mudança é a massificação do chamado "showrooming", comportamento de consumidores que, usando smartphones, pesquisam preços e condições de outras lojas quando já estão com o produto no carrinho do mercado.  

“O impacto dessa tendência é enorme: há mais de 27 milhões de consumidores com celulares ligados à web”, diz. “Entra aí em cena a necessidade de reposicionamento de estratégia de preços e de qualidade no serviço, dando mais benefícios e melhor atendimento ao consumidor. Além disso, as lojas terão de pensar em como tornar mais flexíveis suas políticas de preços. É uma mudança e tanto.”

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Fonte: exame.abril.com.br

Você usa a busca no seu e-commerce?

search
O campo de busca no seu e-commerce não deve ser um mero detalhe colocado na home, por que o designer achou legal ou por que o arquiteto de informação estudou e viu que essa é uma boa prática. Muito menos por que “todo mundo tem e eu também tenho que ter”. Ele deve ser um campo de entendimento de comportamento do consumidor, altamente rentável para as empresas. Sabendo usar, ele pode elevar as vendas e experiência do consumidor em números bem expressíveis.

Segundo pesquisas da SLI Systems, 34% das pessoas que acessam a loja online usam a busca e dessas, 43% que não encontram o produto, não procuram mais, o que significa abandono do site. Quando estamos estudando cada vez mais que está fácil trazer o consumidor para dentro do site com Buscapé, Google, Email marketing, mídia online, Facebook, FacebookAds, está também mais difícil elevar a taxa de conversão, que ainda está na casa dos 2% no geral. O desafio dos grandes e-commerces está em elevar essa taxa, afinal, elevando a taxa de 2 para 4% representa o dobro do faturamento. Imagina o que isso representa para uma Nova.com que lucra bilhões por ano com seus sites Ponto Frio, Extra e Casas Bahia.

Além de melhorar a encontrabilidade dos produtos no site, o campo de busca deve ser usado, e muito, para estratégias de Links Patrocinados. É fato que as campanhas devem seguir os conceitos de presença digital, onde as marcas devem estar presentes onde as pessoas estão propensas a busca-la, por isso, quando montamos uma campanha tudo está ligado.

Analisar como as pessoas buscam os produtos no site é ter insights de como podemos usar essas palavras no Google, seja na já mencionada ação de Links Patrocinados, onde se deve usar a forma com a qual o consumidor busca determinado produto para melhorar e otimizar os anúncios como também, saber o que mais vende e trabalhar com esse foco para as buscas naturais e claro, ações de e-mail marketing e comparadores de preços. Mais uma vez, olhem como as ações são amarradas dentro do conceito presença digital.

O campo de busca não pode ser esquecido jamais, pois devemos pensar que por volta dos anos 2000, surgiu o Google, um grande agregador de sites na web que apresenta ao usuário aquilo que ele pergunta. Se eu pergunto “caneta azul” ele me mostra sites onde posso comprar, sites de marcas de canetas, imagens feitas com canetas, vídeos no YouTube sobre canetas, campanhas de mídia de marcas famosas, enfim, todo o universo da palavra. E mais uma vez vemos o conceito de presença digital aqui.

Na busca do seu e-commerce, deve acontecer o mesmo, afinal, o Google mudou o comportamento do consumidor, que se acostumou, e agora quer respostas cada vez mais rápidas e assertivas.


Fonte: Ecommerce news

terça-feira, 2 de abril de 2013

O Analista de Mídias Sociais. Quem é esse profissional?




O que faz o analista de mídias sociais

O analista de mídias sociais é uma das profissões de maior crescimento no mercado do marketing digital, mas afinal de contas, o que faz esse profissional e quais são suas capacitações? 

Algumas profissões exigem que você tenha um treinamento específico para a sua prática. Muitas dessas profissões são muito claras quanto à pratica de seus profissionais. Todos sabemos o que faz um médico, um químico, um advogado ou um piloto de avião. A área de tecnologia já criou e enterrou muitas profissões. Em informática, por exemplo, existiam perfuradores de cartões, pessoas que digitavam programas ou dados em máquinas especiais que geravam cartões com perfurações que eram lidos pelos antigos computadores.

A microinformática iniciou uma aglutinação dessas profissões. O próprio programador digitava e operava seu computador. A facilidade de acesso ao equipamento fez com que muitos programadores passasem a desenhar seus sistemas. Cada vez mais requisitos eram necessários para se trabalhar na área de sistemas. O trabalho com as mídias sociais pode gerar a falsa ideia de que é uma transição das mídias convencionais para a internet, isso do ponto de vista de marketing e comunicação.

Embora exista essa movimentação, os profissionais que estão trabalhando com as mídias sociais precisam ter muito mais conhecimento do que simplesmente estar nas redes sociais. As mídias sociais, por sua vez, trazem para o mercado um novo profissional cujos conhecimentos são advindos de prática, experimentação, e da somatória de conhecimentos advindos de outras áreas. E um profissional de mídias sociais acima de tudo é multimídia, não basta apenas tuitar!

 

O que faz um analista de mídias sociais

Hoje vemos muitas pessoas se intitulando analistas de redes sociais ou analista de mídias sociais, mas afinal o que eles fazem? De onde eles vêm? Quais são suas atribuições? Qual é a formação de um analista de mídias sociais, o que os gabarita ao título que proclamam?

O Analista de Redes Sociais ou Analista de Mídias Sociais tem a formação superior em Jornalismo,  Publicidade ou Relações Públicas. É necessário conhecimento em: Jornalismo/Blog (boa escrita e clareza de comunicação); conectado com o mundo das redes sociais, saber usar aplicativos do Facebook. Tem que ser antenado com as notícias gerais para poder captar oportunidades para disseminar conteúdo. Elaborar textos para as redes sociais, disseminar o conteúdo em comunidades e blogs relevantes, interagir com participantes nos diferentes pontos de contato, manter contato com os principais multiplicadores em redes sociais (líderes em comunidades e blogueiros), identificar conteúdo gerado por outras pessoas que possam ser utilizados para disseminar em seus pontos de contatos, acompanhar a presença nas redes sociais (quantitativa e qualitativa), identificar crescimento da presença on-line, gerar relatórios de desempenho de campanha e garantir o fluxo de informações entre agência, cliente e redes sociais.

Analisando os requerimentos e atribuições dos profissionais de mídias sociais podemos detectar algumas características que podem ser a espinha dorsal desse profissional. Ter domínio do inglês, redes sociais e ter um nível superior são requisitos essenciais. O profissional de mídias sociais tem que ser generalista, mas também especialista. Terá que analisar as conversas, tabular as informações e fazer a interpretação correta das conversações para transformá-las em ações reativas ou proativas. Os melhores profissionais serão aqueles que somam habilidades de relações públicas, analista de mercado e que têm uma visão de marketing.

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Fonte: Blog do ecommerce

Divulgando sua loja virtual – Por onde começar


Divulgação de lojas virtuais. Por onde começar a divulgação da sua loja virtual.Sem dúvida uma das tarefas mais importantes para o sucesso da sua loja virtual é a divulgação que você da a ela e a seus produtos. Sem marketing não adianta você ter o melhor produto com o melhor preço. Se as pessoas não conseguem te encontrar…não valeu de nada todo esse esforço. O problema para quem está iniciando no e-commerce é justamente saber como conseguir essa divulgação e no menor espaço de tempo possível. Hoje em dia existem várias ferramentas para serem usadas na divulgação, indo do SEO, links patrocinados, e-mail marketing indo até as mídias sociais como o Twitter e Facebook. Concordo, dá pra se perder. Então, por onde começar? 


Um bom começo é justamente pelo início. Portanto, desde o início do seu projeto tenha em mente que você precisará de uma boa estrutura de SEO para conseguir que a sua loja virtual alcance as melhores colocações nas listagens de pesquisa do Google e outras ferramentas de busca como o Yahoo e Bing. Isso não é coisa que se faz depois. Uma boa colocação no Google tem um valor inestimável e traz uma baita economia. Tendo uma boa colocação espontâneas nas listagens de respostas das ferramentas de busca você economiza rios de dinheiro com links patrocinados. Por isso vale muito a pena investir em uma boa estratégia de SEO.

 

Divulgação de loja virtuais exige amadurecimento

Bem, no início você não pode contar muito com  a sua estratégia de SEO porque a não ser que você já a tenha iniciado a algum tempo ele ainda não irá surtir resultados logo nesses primeiros momentos e além disso existe o problema do sandbox nestes primeiros 30 ou 60 dias de funcionamento. A melhor e mais barata forma para você obter uma divulgação é um bom resultado na resposta espontânea das ferramentas de busca atraindo tráfego qualificado para a sua loja. Só que isso demora, pois depende de uma boa estratégia de SEO e seus ajustes, um processo demorado que também depende das próprias ferramentas de busca. Estamos falando de um período que pode levar de 3 a 6 meses dependendo do caso.

A saída imediata seriam então os links patrocinados. Links patrocinados são anúncios pagos para que o link de sua loja apareça logo nas primeiras colocações das ferramentas de busca como o Google, Yahoo, MSN/Bing. Fácil mas custoso.

O problema é que você não pode esperar muito tempo todo para começar a ter um tráfego qualificado em sua loja. Se não tem jeito, o jeito já está dado. Portanto, você terá que atuar em duas frentes para solucionar para solucionar a questão da divulgação em um primeiro momento. 

Em primeiro lugar, de início a uma estratégia de otimização do site através de técnicas de SEO para que passe a ter uma boa colocação no Google e demais ferramentas o quanto antes. Vários de nossos anunciantes prestam este tipo de serviço, é só uma questão de pesquisar e descobrir as melhores opções ou então contratar uma empresa especializada neste tipo de assessoria.

 

Links Patrocinados – Uma ótima ferramenta de marketing digital

A segunda medida é dar início a uma divulgação através de uma campanha de Links Patrocinados, que são anúncios pagos e que fazem a sua loja ser listada logo nas primeiras colocações nos sites de busca. essa campanha pode ser criada por você mesmo ou por pessoas especializadas como muitos que anunciam conosco.
Com o tempo você passará a conseguir melhores colocações em função do trabalho de SEO e com isso poderá reduzir as campanhas com os links patrocinados diminuindo sensivelmente os seus custos com divulgação.
Outra estratégia para a divulgação de lojas virtuais são os Facebook Ads, os anúncios pagos no Facebook. Não há como ignorar um canal com mais de um bilhão de usuários no mundo e mais de 60 milhões apenas no Brasil.
Um dos grandes “baratos” do comércio eletrônico é justamente o eterno jogo de xadrez que é jogado. Para o empreendedor moderno é a aplicação de tudo o que pesquisou. É um jogo gostoso de inteligência.
Pronto, o que parecia um beco sem saída no início do artigo, tem agora uma solução bastante viável e com resultados imediatos. Ficam ai algumas ideias para a divulgação de lojas virtuais.

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Fonte: Blog do Ecommerce

Internet brasileira ganha órgão autorregulador


AnarnetEntra em funcionamento neste ano um órgão privado que pretende instituir alguma ordem à web brasileira, tal como tentará fazer a nova lei de crimes digitais do país. A proposta é ambiciosa: transformar a internet daqui num grande fórum de discussões, sobre o qual você, leitor, poderá opinar junto com governo, empresas e outras organizações.

Trata-se da Agência Nacional de Autorregulação da Internet (Anarnet), fundada em julho de 2011 e que se propõe a fazer um meio de campo entre todos os usuários para que assuntos de interesse geral sejam debatidos de forma democrática.

O funcionamento disso na prática, entretanto, permanece em sigilo. "Nós já temos esta resposta, mas vai ficar para o lançamento", afirmou Coriolano Almeida Camargo, diretor-presidente da entidade.

O exemplo mais próximo é o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que ajuda a manter o mercado de propaganda nos eixos. O Conar foi fundado na década de 1980 para impedir a interferência do Estado e hoje é bem respeitado. O órgão recebe, analisa e julga reclamações sobre campanhas publicitárias e, se recomenda que algo seja tirado do ar, a agência responsável obedece, mesmo sabendo que não há qualquer poder jurídico envolvido.

"Ambas [as entidades] têm o papel de representar corretamente a sociedade", explicou o diretor do Instituto Brasileiro de Peritos, Giuliano Giova, que comanda a área de projetos especiais da Anarnet. "O Conar nasceu em um momento de ameaças à livre atuação do setor publicitário e a Anarnet nasce em contexto complexo formado por graves riscos e enormes oportunidades para o Brasil e o mundo todo", compara.

Setores internos, como o de Giova, já operam a pleno vapor, mas é provável que só no começo do segundo semestre a organização passe a aceitar sócios. Haverá várias categorias de filiação, inclusive algumas gratuitas, assim qualquer um poderá participar; em situações que demandam voto qualificado, porém, nem todos estarão aptos a opinar - casos técnicos, por exemplo.
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 Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 28 de março de 2013

Fatores para o insucesso de uma loja virtual


Fatores que levam ao fracasso no e-commerce
O negocio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negocio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente, no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida, por que isso acontece e como evitar? É importante conhecer os motivos principais que levam à decadência.
Falta de planejamento
Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro. Talvez seja esse o motivo de o Sebrae apontar um insucesso na casa dos 53% para as micros e pequenas empresas nos 3 primeiros anos de vida. É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o plano de negocio, o pontapé inicial que deve ser dado respondendo às seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o meu negocio.

Foco no mercado – Nichos
Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu publico é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento especifico é o começo. Na internet, uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores. Basta ter “foco”.

Falta de mão de obra qualificada
 
Esse é um problema crônico no e-commerce brasileiro. Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o gerenciamento de ecommerce: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. e redes sociais. Busque bons cursos e mantenha-se atualizado através de sites de referência no setor.

Falha na divulgação

Para dar um  pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fachadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e, portanto, ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites e assessoria de imprensa.

Falta de planejamento logístico
Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de logística.

Fraude
A fraude, principalmente na venda com cartões de creditos, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, ale, de acabar devendo às operadoras em função de antecipações negativas em suas contas. Portanto, não é bom arriscar neste campo minado, utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude, conferindo grande segurança às transações.

Falta de monitoramento
Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que está ocorrendo em termos de analise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões – na maioria das vezes erradas – baseadas em posições. Sendo assim, a web analise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual sendo primordial que o web empreendedor  se familiarize com o Google Analytics.

Falha no atendimento
Muito se fala em atendimento – e deveria se falar muito mais – Sua loja pode ser virtual. Mas o seu cliente precisa saber exatamente o que está acontecendo com o seu pedido de compra, seu site precisa ter um bom canal de comunicação co o cliente e transmitir a ele credibilidade.
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Fonte: Blog Ecommerce

quinta-feira, 14 de março de 2013

Turbine suas Vendas!

Inclusos:

LOJA
LOGOTIPO
INTEGRAÇÃO GOOGLE
E-MAILS PERSONALIZADOS
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terça-feira, 5 de março de 2013

Fatores que influenciam o melhor momento para disparar uma campanha de email marketing




email-clock
Vivendo em uma sociedade onde constantemente precisamos de mais de 24 horas em um dia, existe um momento perfeito para clicar no botão ‘enviar’ em sua campanha de email? A resposta é sim e não. Primeiramente porque não existe um único momento perfeito para que cada profissional de marketing envie cada email. Essa é a parte do ‘não’. Mas provavelmente existe um momento quase perfeito para que sua empresa envie suas mensagens para diferentes públicos, criando seu próprio momento ‘perfeito’. Essa é a parte do ‘sim’.

Ao invés disso, tente enxergar o cenário como um todo. Querendo ou não, todos nós temos uma rotina diária específica. Então, a resposta para a hora certa de enviar o email depende de como as pessoas interagem com suas caixas de email.

Por que, então, o timing não é tão sensível? Bem, talvez a resposta esteja em como as pessoas se engajam e processam suas caixas de entrada. Pessoalmente, checo meus emails em um iPhone assim que o despertador toca pela manhã. Sempre percebo um fluxo de email marketing entre seis e dez da manhã.

Mas ser o primeiro na caixa de entrada é tão importante assim? Se você se pega fazendo essa pergunta, por favor, volte ao início desse parágrafo. Enquanto a indústria muda e as taxas de engajamento passam a ter mais peso, profissionais de marketing devem estar focados em outros aspectos além do momento propício para envio de uma campanha.

Considere os seguintes fatores:
  1. Relevância do conteúdo: Assinantes estão mais propensos a abrir emails que tragam conteúdos relevantes de acordo com suas preferências. Quando um cliente vê uma prévia do email em sua caixa de entrada, estará mais propenso a interagir se tiver uma relação direta com o conteúdo. O objetivo principal é construir uma relação com seus assinantes ao oferecer conteúdo de valor que incentive seu engajamento.
  1. Linha de assunto e nome de envio: Sua marca é facilmente reconhecida pelos assinantes? Você está dizendo a seus clientes quem você é, bem como o que você está oferecendo, imediatamente quando eles veem o título do email? As pessoas são naturalmente atraídas para ofertas oportunas e relevantes e, por isso, sua linha de assunto deve ser feita sob medida.
  1. Lealdade à marca: Profissionais de marketing adoram clientes que voltam. Tenha um cuidado especial com esses assinantes, já que eles se tornarão seus fãs mais fiéis. Permita que assinantes escolham as listas que eles gostariam de fazer parte. Mensagens personalizadas serão uma experiência mais agradável para o cliente.
  1. Experiência anterior com suas mensagens: Cada assinante é único, então preste atenção em como eles interagem com suas mensagens. Os assinantes conseguem facilmente acessar seu site a partir do email? A mensagem é de fácil navegação? Crie mensagens que vão ao encontro das necessidades de seu cliente.
Um infográfico, mostra os melhores e piores horários para mandar emails. Geralmente, as taxas de abertura e de cliques variam cerca de 10% ao longo do dia. Se você é um remetente enviando uma promoção relâmpago à meia-noite, você vai querer sua mensagem na caixa de entrada algumas horas antes. Se você descobriu, através de testes, que programar campanhas às seis da manhã leva às maiores taxas de resposta, continue enviando neste horário. Faça testes periódicos para ver se ocorreram mudanças de tendências.

Concluindo, existe um horário melhor para enviar uma campanha de email? Sim e não. Se você está esperando pelo momento perfeito para clicar no botão ‘enviar’, você provavelmente nunca vai lançar a campanha. 

Priorize sua implantação de email com base no que seus assinantes estão te dizendo. Escute! Se seu público tende a comprar depois do almoço, tenha certeza de que eles terão sua campanha na caixa de entrada antes disso. Mire em clientes leais com conteúdo relevante e atraente e qualquer momento será o momento ideal para fazer o envio.

Como você está determinando o melhor horário para enviar?


Fonte: Ecomerce News

Problemas que podem diluir as vendas de seu E-Commerce


Os motivos que levam os consumidores comprarem em uma loja virtual é uma questão importante. Porém, é mais relevante estudar porque os consumidores não finalizam uma compra, e quais são os fatores que fazem com que desistam dela. Abaixo apresentamos alguns motivos frequentes que levam a desistência de compras on-line.

Os Clientes não encontram o produto ideal: Na maioria dos casos o cliente nem sequer chegou ao produto, ou não encontrou nenhuma oferta que o convenceu. Um site de comércio eletrônico deve ser como um bom vendedor e ajudar o cliente a encontrar o produto que deseja. Esta tarefa é muitas vezes ignorada pelo fato da dificuldade em agradar os diferentes tipos de consumidores. Mas já existem diversas ferramentas e métodos para ajudá-los em suas escolhas. Integrar tais ferramentas em sua loja virtual provavelmente melhorará o seu desempenho em vendas.

Sua oferta não é convincente o suficiente: Se o cliente chega ao produto desejado poderá rever a sua oferta: o que quer comprar e por quanto. No melhor cenário, é exatamente aquilo que querem e para eles o produto é mais importante do que quanto irá pagar para tê-lo imediatamente, mas infelizmente isto não ocorre na maioria dos casos. Muitas vezes o cliente pensa que o seu preço é caro e irá pesquisar mais. Felizmente, já existem muitos métodos para aumentar a efetividade de sua oferta, e quanto mais deles você utilizar, mais convincente ela será.

Os consumidores não acreditam em alguns detalhes da oferta: Este é um inimigo sorrateiro, uma vez que pode impedir a compra de um produto sem que o cliente saiba exatamente porque o fez. Se o cliente não confia em algo, não conclui sua compra. Se algumas partes da ofertas não são claras ou os consumidores não conseguem ver exatamente o que, quando, por quanto e como podem comprar, será mais difícil convencê-los a efetuar a compra.

O processo de compra é difícil e sem lógica: De acordo com as estatísticas, pelo menos metade das compras não ocorre por conta de um processo de pagamento ilógico e difícil. Uma loja virtual só será boa se o consumidor poder usá-la instintivamente e ela se adaptar a lógica do cliente, e não ao contrário. Será muito difícil efetuar a venda se houver uma necessidade de obter instruções de como finalizar este processo.

Não conseguir escolher entre os seus diversos produtos: Este é um problema para as empresas que oferecem muitos produtos: se o cliente se depara com muitas ofertas similares que pareçam igualmente boas para eles, e não recebem nenhuma orientação útil para que tome a sua decisão, ele não irá comprar e adiará sua decisão, podendo lavá-los a procurar outra empresa que ofereça-lhes assistência, resultando em perda de venda.

Não encontrar um método apropriado de pagamento: para este problema, não há solução geral, e esta decisão deve ser tomada com base nas preferências de seus clientes. Portanto, a melhor resposta reside em uma boa análise interna.

Há menos de uma década, os vendedores de e-commerce podiam se sair bem apenas assegurando a venda de seu produto sem dar assistência ao cliente. No entanto, com a intensificação da concorrência, não é mais possível ignorar estes detalhes caso se espere obter um desempenho superior de seu site.


Fonte: Ecomerce News

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Saiba qual a melhor cor para o botão comprar

botao-verde

Muitos lojistas e desenvolvedores sabem da importância que a cor dos botões call-to-action (os que levam à ação que se espera.) têm para o aumento da taxa de conversão de uma loja virtual e isso não é nenhuma novidade.

Mas qual é a cor que mais gera conversão?

Há algum tempo, tenho ouvido muitas pessoas afirmarem que a cor que mais converte views em cliques é o verde, porém, sempre me mostrei resistente à ideia de analisar um elemento da página de forma individual sem que fosse observado o todo.

Um dos mais importantes princípios da Gestalt diz que o todo é maior que a soma de suas partes. Mas o que isso quer dizer?

O botão é apenas um dos elementos da página e não deve ser avaliado separadamente, pois quando os elementos são vistos juntos, seu cérebro irá interpretar todo o conjunto ao mesmo tempo. (Faço um paralelo com uma música. Não se pode julgar uma música considerando apenas um instrumento, pois quando você a ouve, percebe todos os sons ao mesmo tempo.)

Sendo assim, como fazer pra que o botão trabalhe em conjunto com os demais elementos visuais da página para gerar mais cliques?

Foi exatamente essa pergunta que o pessoal da Hubspot fez e para atestar a eficácia do botão verde, elaboraram um teste A/B em uma situação real para saber se o verde realmente gerava mais conversão.

As cores escolhidas para o teste foram o verde e o vermelho por serem opostas. O verde carrega consigo a conotação de “Siga” enquanto o vermelho simboliza o “Pare”.

Qual a sua opinião?

Qual gerou mais cliques?

Note que a única coisa diferente nas duas páginas é a cor do botão. Textos e diagramação foram mantidos exatamente iguais tanto numa quanto na outra.


Talvez você se surpreenda com o resultado, mas após 2.000 views, o botão vermelho recebeu 21% mais cliques que o verde.

É isso mesmo! Apesar do peso negativo que a cor traz, ela fez com que o número de usuários que efetuaram o cadastro aumentasse em quase ¼.

Não se sabe exatamente os fatores que levaram ao aumento significativo da conversão para quem visualizava o botão vermelho, mas repare na quantidade de verde que há na página comparado com a quantidade de vermelho.

Há muito mais verde na página (alguns inclusive com o mesmo tom do botão), isso fez com que o botão verde ficasse camuflado, enquanto o vermelho se destacava.

Isso significa que a cor ideal para o botão call-to-action é aquela que é imediatamente percebida na página de forma que o usuário saiba onde precisa clicar sem ter que procurar ou mesmo pensar. Por isso, para destacar o seu botão escolha cores que chamem a atenção, com bastante contraste com os demais elementos do site, em um tamanho que seja fácil de localizá-lo e, acima de tudo, faça testes A/B para se certificar que você realmente fez a escolha certa.

Portanto, contrate um bom profissional de usabilidade, fuja de falsos paradigmas e aposte em cores diversificadas. Nós da Web Studio podemos ajudá-lo! Fale com nosso atendente e tire suas dúvidas!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Qual a importância dos Blogs para um e-commerce


Você pode se aprofundar muito em marketing de mídia social, mas se tem um aspecto negligênciado na mídia social é o blog. Saiba que, se você não tem um blog, está perdendo uma oportunidade de ouro para promover o seu negócio online, empresa de comércio eletrônico entre outros. Os blogs são extremamente populares. As pessoas amam! Um blog bem escrito que oferece informativos, educativos, conteúdo de entretenimento para a comunidade on-line pode acumular uma grande quantidade de fiéis que, então, vão se tornar evangelistas da marca para o seu negócio. (VEJA NOSSO PACOTE LOJA + BLOG)

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Uma das melhores coisas sobre ter um blog é que ele permite a interação dos internautas uns com os outros e com você fazendo comentários sobre os artigos do blog.

Pode acontecer de você nem sempre apreciar a essência dos comentários postados, mas não se preocupe, se forem demasiadamente ofensivos, você pode simplesmente excluí-los. A maioria das plataformas de blog lhe dá a opção de pré-triagem dos comentários antes de serem postadas.

Este é um recurso útil, pois você vai perceber depois de começar a blogar que poucos localizam o seu blog rapidamente e em seguida passará a bombardeá-lo com bobagens.Quem precisa disso?

Assim, tendo a capacidade de fazer check-out nos primeiros comentários, ou ter um filtro anti-spam em seu blog, pode te poupar de excluí-los depois que eles são lançados.

Nos últimos anos, os blogs tornaram-se imensamente populares, não só com os seres humanos, mas com os motores de busca também. Especialmente agora, pois o Google lançou sua busca em tempo real, há alguns meses, o motor de busca “spiders crawl blogs” que frequentemente busca novos conteúdos e pode ser extremamente útil para você promover seu negócio online e obter boas classificações em SERPs.

Falando de novos conteúdos, esta é uma necessidade absoluta!

Se você decidir iniciar um blog de negócio como parte dos esforços do seu marketing social, deve ter o compromisso de dispor de tempo suficiente para atualizar seu blog em uma base freqüente e regular.

Se você pode postar várias noticias atualizadas e novos artigos no blog a cada dia, isso é fantástico e lhe renderá os melhores resultados. Mas, se isso não for possível, até mesmo um artigo novo um dia vai te ajudar muito em termos de marketing e seus rankings com os motores de busca.

Então, se você está se perguntando se ter um blog para o seu negócio de comércio eletrônico vale a pena, a resposta é sim, vale o esforço!

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Fonte: Blog do Ekom