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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Qual a importância dos Blogs para um e-commerce



Você pode se aprofundar muito em marketing de mídia social, mas se tem um aspecto negligenciado na mídia social é o blog. Saiba que, se você não tem um blog, está perdendo uma oportunidade de ouro para promover o seu negócio online, empresa de comércio eletrônico entre outros.Os blogs são extremamente populares. As pessoas amam! Um blog bem escrito que oferece informativos, educativos, conteúdo de entretenimento para a comunidade on-line pode acumular uma grande quantidade de fiéis que, então, vão se tornar evangelistas da marca para o seu negócio.

Uma das melhores coisas sobre ter um blog é que ele permite a interação dos internautas uns com os outros e com você fazendo comentários sobre os artigos do blog.

Pode acontecer de você nem sempre apreciar a essência dos comentários postados, mas não se preocupe, se forem demasiadamente ofensivos, você pode simplesmente excluí-los. A maioria das plataformas de blog lhe dá a opção de pré-triagem dos comentários antes de serem postadas.

Este é um recurso útil, pois você vai perceber depois de começar a blogar que poucos localizam o seu blog rapidamente e em seguida passará a bombardeá-lo com bobagens.Quem precisa disso?

Assim, tendo a capacidade de fazer check-out nos primeiros comentários, ou ter um filtro anti-spam em seu blog, pode te poupar de excluí-los depois que eles são lançados.

Nos últimos anos, os blogs tornaram-se imensamente populares, não só com os seres humanos, mas com os motores de busca também. Especialmente agora, pois o Google lançou sua busca em tempo real, há alguns meses, o motor de busca “spiders crawl blogs” que frequentemente busca novos conteúdos e pode ser extremamente útil para você promover seu negócio online e obter boas classificações em SERPs.

Falando de novos conteúdos, esta é uma necessidade absoluta!

Se você decidir iniciar um blog de negócio como parte dos esforços do seu marketing social, deve ter o compromisso de dispor de tempo suficiente para atualizar seu blog em uma base frequente e regular.

Se você pode postar várias noticias atualizadas e novos artigos no blog a cada dia, isso é fantástico e lhe renderá os melhores resultados. Mas, se isso não for possível, até mesmo um artigo novo um dia vai te ajudar muito em termos de marketing e seus rankings com os motores de busca.

Então, se você está se perguntando se ter um blog para o seu negócio de comércio eletrônico vale a pena, a resposta é sim, vale o esforço!

Nossa equipe terá o prazer de lhe ajudar com um Blog de sucesso! 
Temos uma seção em nossa loja só para blogueiros. CLIQUE AQUI



Fonte: Blog do Ekom

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Quatro dicas de atendimento para seu e-commerce





Vivemos em um tempo onde a maioria das compras e serviços são entregues de uma forma tão robotizada que as pessoas estão procurando cada vez mais por personalização. Não é a toa que o atendimento das operadoras de telefonia lideram as reclamações no Procon e Reclame Aqui. E cá pra nós: é um saco ter que ouvir uma gravação mandando apertar diversos botões e, quando finalmente consegue chegar em um atendimento com uma pessoa “de verdade”, a ligação cai ou o problema não é resolvido.

É até compreensível que empresas de grande porte não consigam atender com excelência cliente por cliente. Porém, o pequeno e micro empresário tem nas mãos um diferencial que pode fazê-lo crescer e se tornar referência! Atender o cliente como se ele fosse único e especial faz com que ele não apenas se sinta feliz com o processo de compra, como também ajuda a divulgar o seu e-commerce para outros potenciais clientes. Existem pequenas atitudes que, por mais básicas que sejam, podem lhe ajudar num bom atendimento. Para começar, listarei abaixo quatro pequenos passos que podem melhorar o seu atendimento.

Recebeu email? Responda!

Não existe mais essa história de responder os emails no final do expediente. Se algum cliente enviar uma dúvida, uma reclamação, ou até mesmo um elogio, procure ser ágil com a resposta. Não consegue solucionar a pergunta de imediato? Responda ao cliente informando que irá buscar uma melhor resposta e que em breve retornará com uma boa solução. Por mais que a segunda resposta demore, isso mostra ao cliente que você está atento aos questionamentos e procurando melhor atendê-lo.

Disponibilize um número de telefone

Por mais que a descrição do produto esteja detalhada, por mais que você responda todos os emails, ter um telefone à disposição do cliente é sempre bom. Falar com “uma voz humana” muitas vezes acalma a ansiedade do comprador no caso de alguma dúvida ou algum empecilho que possa vir a ocorrer. Procure ser cordial com o cliente, afinal, na maioria dos casos, ele está ligando para sua loja por ser a última alternativa para sanar alguma pendência.

Evite atender a ligação com um “alô”, isso pode passar a sensação de falta de profissionalismo. Informe o nome da sua loja e o seu nome no atendimento, mas isso não quer dizer que você precisa falar com a pessoa do outro lado da linha como se você estivesse em um telemarketing de operadora de celular.

Ah, e não se esqueça de atender o telefone! Pode parecer óbvio demais o que estou falando, mas vejo muitos casos de reclamações desse tipo. Se você trabalha em casa, procure instalar uma linha apenas para seu e-commerce e estabeleça um horário de atendimento para o atendimento via telefone (mas é claro, informe este horário no seu site). Além de não misturar os contatos você consegue, com isso, estipular limites entre o que é comercial e o que é residencial.

Responda por onde foi perguntado

Isso também pode parecer óbvio, mas muitos dos desentendimentos entre um comprador e a loja está nas conversas cruzadas por diversos canais de comunicação. Se o cliente enviou uma pergunta via mensagem no Facebook, responda por lá. Foi por email? Então fale por alí, e assim por diante.

No caso de você achar que é melhor falar por um outro canal, pergunte ao cliente se ele assim o quer. Se não for feito dessa maneira, o desencontro pode ser maior. Imagina que confusão um cliente perguntar por Facebook e receber a resposta por email! Procure simplificar os processos de comunicação, e não complicar.

Deixe o cliente a par do que está acontecendo

Enviar emails de notificação – ou eventualmente ligar, no caso de alguma situação mais complicada – deixa o processo de compra muito mais tranquilo pela parte do cliente. Por mais que a compra online esteja se popularizando na rotina do consumidor, as primeiras compras efetuadas em uma loja virtual ocorrem geralmente com estranheza.

Será que vão entregar no prazo? Será que o produto vai chegar de acordo com o que estava descrito? Será que a loja não é fria? Milhares de perguntas desconfiadas passam pela cabeça do consumidor desconfiado na hora de efetuar a primeira compra.

Para acalmar um cliente assim, só na base da atenção. Envie o código de rastreamento dos correios, mande um email informando que o pagamento foi efetuado, avise que o frete irá chegar no prazo e, se isso não ocorrer, explique quais foram os problemas ocorridos.

Manter o cliente sempre a par do que está acontecendo é ponto ganho duas vezes: evita um stress futuro e deixa o atendimento mais personalizado. Com essas dicas, sua empresa será destaque no atendimento e seus clientes sairão espalhando o seu bom atendimento.

Visite nosso Site! http://www.webstudiocomunicacao.com.br

Fonte: Ecommerce news

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Como definir a árvore de categorias do seu e-commerce





Sem dúvidas os maiores desafios para otimizar sites de e-commerce para motores de busca, navegação e usabilidade de seus e-consumidores são a concepção e a criação da estrutura de categorias de seus produtos.

É de extrema importância que o empreendedor do varejo online se conscientize que criar a categoria de seus produtos é um dos fatores de sucesso para que o e-consumidor encontre rapidamente o que está procurando, diminuindo assim a taxa de rejeição de suas ofertas.

Tudo começa com a navegação no site. Como em qualquer loja física, os produtos precisam ser muito bem organizados, categorizados e posicionados de forma que eles sejam facilmente encontrados pelos consumidores. Isto pode ser mais difícil do que parece quando você tem uma quantidade maior de sortimento de produtos.
O problema começa quando escolhemos uma categoria superior. Dizem que uma loja deve ter de 6 a 8 categorias superiores.

Se você já acha difícil dividir seus produtos em 6 categorias sem criar divisões forçadas ou artificiais, então imagine a confusão que seus e-consumidores sentirão ao tentar descobrir a localização do que eles querem comprar.

Além disso, você precisa evitar categorias muito específicas ou profundas demais. Sua loja não deve ter uma estrutura de menus onde o seu e-consumidor tenha que cavar por vários menus para achar o produto desejado. Da mesma forma, você não quer que as categorias sejam enormes, com centenas de produtos que se espalham por várias páginas. Outro problema comum é que, com categorias superiores muito ambíguas, é sempre difícil adivinhar onde colocar alguns produtos e você acaba incluindo-os em duas ou mais categorias, o que cria problemas de conteúdo duplicado – ruim para o SEO.

Então qual é a solução?
Na minha visão, como consultor e empreendedor do segmento online, o primeiro passo é estudar os principais concorrentes e grandes players do varejo online, desenvolvendo assim umbenchmarking onde você poderá replicar em seu ambiente as melhores práticas encontradas no mercado.

O segundo passo é mapear o comportamento de seus e-consumidores, de forma a entender como eles buscam o produto. E para isso, recomendo a utilização de uma ferramenta gratuita, o Google Trends.

Neste ambiente do Google, você poderá refinar a sua pesquisa por região, período, categorias, termos que remetem o melhor significado de seus produtos e com isso conseguirá criar uma estrutura de menu, onde a categorização de seus produtos facilitará sobremaneira a navegação e, consequentemente, o agrupamento de seu mix de produtos.
Crie a sua categorização de forma intuitiva e com isso o seu menu de navegação será mais atraente. Criatividade nesse momento pode fazer a diferença.

Veja alguns exemplos de onde o menu de navegação foi criado com a utilização de ícones e no máximo 9 categorias, diminuindo a quantidade de cliques para encontrar o produto desejado:

 


Não fique preso aos padrões, pense fora da caixa!

Coloque-se no lugar do e-consumidor, desenvolva funcionalidades que irão facilitar a experiência de compra. O segredo do sucesso de uma loja online está exatamente em fazer com que o e-consumidor compre pelo impulso, pela emoção, pela motivação, o encanto e o desejo de ter aquele determinado produto.

Acesse também: http://www.webstudiocomunicacao.com.br

Fonte: e-commerce News

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Como tirar seu IPs de listas da Spamhaus

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© Brilt – Fotolia.com

Várias empresas buscam a Return Path após  terem seus endereços de email ou domínios listados em uma das mais importantes listas de bloqueio de spam do mercado – a Spamhaus. A missão da Spamhaus é varrer a internet atrás de operações e fontes de spam e fornecer proteção anti-spam em tempo real para redes de internet. Se a Spamhaus lista seus endereços de IP ou domínios é porque eles perceberam atividades em sua rede que criam a percepção de que seu IP ou domínio são possíveis fontes de spam ou malware. Apesar de ser frustrante ver sua entrega em caixa de entrada e receitas decaírem, existem passos que legitimam remetentes e podem ajudar a solucionar a causa do problema e excluir seu IP e domínio da lista.
Passo 1: Aja imediatamente
  • Tenha senso de urgência: Pare de enviar campanhas o mais rápido possível e comece a rever seu programa de emails metodicamente.
  • Cheque suas campanhas recentes: Determine se há algo fora do comum que pode ter contribuído para isso. Você adquiriu endereços de email de uma fonte de alto risco (compra ou aluguel de listas ou acrescentou emails)? Você enviou emails para uma suppression list¹?
Passo 2: Contate seu Account Manager da Return Path, seu ESP e/ou ISP
  • Trabalhe com seu Account Manager da Return Path: Se você comprou o serviço Platinum da Return Path, contate seu Account Manager para maior assistência e direcionamento.
  • Seja transparente e proativo: Informe seu ESP e/ou ISP sobre o que aconteceu e que você está tomando medidas imediatas para resolver o problema. Informe-os que o Processo de Exclusão de Lista da Spamhaus  requer que o ESP ou o ISP os contate com informações pertinentes à lista e às medidas que estão sendo tomadas para solucionar o problema.
Passo 3: Reveja sua infraestrutura e práticas de envio para áreas de melhorias
  • Reveja sua infraestrutura: Certifique-se de que seu processo de bounce esteja removendo usuários desconhecidos após um bounce e que seus feedback loops de reclamações estejam funcionando adequadamente e suprimindo reclamantes.
  • Reveja suas práticas de aquisição de listas: Identifique e interrompa os métodos de aquisição de alto risco (compra ou aluguel de listas ou acréscimo de emails). Certifique-se que você está enviando mensagens apenas para pessoas que as requisitaram e que esperam recebê-las. Considere implementar um método de permissão Confirmed-Opt-In para todos os endereços de email coletados pelo ponto de vendas.
  • Remova assinantes inativos: Se um assinante não interagiu com seu email nos últimos seis meses, pare de mandar emails para ele. Nesses casos, é melhor enviar uma mensagem de reconfirmação. Se o usuário não confirmar, não envie novamente. No longo prazo, determine quando os assinantes deixam de interagir com seu email e remova-os de disparos futuros ou envie uma mensagem de win-back. Monitore ativamente a performance de todas as fontes de listas e campanhasSe perceber picos nas taxas de usuários desconhecidos, de reclamação, rejeição e spam traps, pare de fazer envios e encontre a causa.
Passo 4: Crie um plano de ação e envie ao seu ESP e/ou ISP
  • Trabalhe junto: Seu ESP ou ISP devem contatar a Spamhaus em seu nome e fornecer a eles uma cópia de seu plano de ação.
  • Seja conciso: A Spamhaus analisa um grande volume de pedidos de exclusão de lista, então seja sucinto e vá direto ao ponto. Sintetize brevemente os eventos que levaram à lista e trace o trabalho feito e o trabalho planejado para solucionar o problema.
  • Se seu ESP ou ISP não puder contatar a Spamhaus em seu nome: Contate a Spamhaus utilizando o link contido com a lista específica de seu IP ou domínio. Envie a eles seu plano de ação e informe-os que você entende que a situação é séria e que você está tomando atitudes para solucionar o problema imediatamente.
Passo 5: Coloque seu plano para funcionar
  • Siga em frente: Só o seu plano de ação de forma isolada não vai ajudar a tirar seus endereços de IP ou domínios da lista. Enquanto ele pode ajudar a dar mais confiança à Spamhaus de que o problema está sendo resolvido, eles não vão excluir seus endereços de IP ou domínios até tiverem evidências de que o problema está sendo resolvido. Você deve completar quaisquer atividades que tenha indicado que faria para solucionar o problema e evitar futuras inclusões na lista. Se você não seguir em frente e seus endereços de IP ou domínios voltarem à lista, será mais difícil sair dela novamente.
Apesar de não ter garantias de que seguir esses passos resultará na exclusão de seus endereços de IPs ou domínios da lista, suas chances aumentarão drasticamente. Claro, prevenir é melhor que remediar. Ao seguir as melhores práticas de envio, as chances de cair na lista da Spamhaus são baixíssimas.
¹Suppression list: lista de emails que devem ser removidos do mailing, por terem se descadastrado, retornado com erro, ou reclamado por receber seu email.

Conheça nosso Site:

Fonte: ecommercenews

terça-feira, 14 de maio de 2013

Novas regras para o e-commerce entram em vigor a partir de hoje




law

As novas regras para as operações no comércio eletrônico passam a valer a partir desta terça-feira (14), quando entra em vigor o Decreto Federal 7.962/13.

As medidas, anunciadas pela presidente Dilma Rousseff no dia 15 de março, visam suprir as lacunas por parte do Código de Defesa do Consumidor em relação ao processo de compra e venda pela internet, já que não há uma legislação exclusiva para o e-commerce.
Veja o que passa a vigorar a partir de hoje:

Informações claras e precisas
A nova regra determina que os lojistas on-line devem divulgar, em local de fácil visualização e de forma clara e objetiva, informações básicas sobre a empresa, tais como: nome, endereço e CNPJ, ou CPF, quando a venda for feita por pessoa física.

Além disso, quando houverem despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega ou seguros, devem estar discriminadas antes da conclusão da compra.

Atendimento ao consumidor
Deve haver um canal de atendimento ao cliente de fácil acesso, seja chat, e-mail ou telefone, que facilite o envio de reclamações, questionamentos sobre contratos ou dúvidas sobre a mercadoria. O prazo para resposta estabelecido pela nova regra é de cinco dias.

O Decreto determina ainda que em todos os casos deve haver a confirmação imediata do recebimento das solicitações do consumidor, mesmo que de forma automática. Não havendo resposta, poderão ser aplicados eventuais ônus  para a empresa.

Compras coletivas
Para os sistes de compras coletivas, será preciso ainda, informar a quantidade mínima de clientes necessária para valer a promoção, o prazo para utilização da oferta, além de dados para localização do fornecedor do produto ou serviço ofertado.

Direito dos Consumidores
As empresas ficam a partir de agora obrigadas a disponibilizar o contrato ou, pelo menos o sumário do contrato antes da finalização da compra. O documento deve disponibilizar as informações necessárias ao consumidor antes de confirmar a aceitação da oferta.
Será obrigatório também que as empresas do e-commerce respeitem os direitos do consumidor, como, por exemplo, o de se arrepender da compra no prazo de até sete dias úteis, sem a necessidade de apresentar alguma justificativa. Nesses casos, a retirada do produto na casa do consumidor e o estorno do valor pago ficam a cargo da empresa.

Há também os casos de não arrependimento, mas em que há um defeito no produto ou o mesmo não está adequado para o consumo. Nesses casos a medida prevê o prazo de 30 (trinta) dias para o consumidor reclamar quando se tratar de bens não duráveis e 90 dias (noventa) no caso de bens duráveis.

Lista de produtos para reparação imediata não sai
No entanto, um dos principais pontos anunciados pela presidente ainda está parado: a criação de uma lista de produtos essenciais. Qualquer problema verificado pelo consumidor em produtos incluídos nessa lista, desde que estejam na garantia, terá que ser solucionado imediatamente pelo fornecedor.

Essa lista deveria ter sido elaborada, em até 30 dias, pela Câmara Nacional de Relações de Consumo, integrada pelos ministros da Justiça, da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, do Planejamento e da Casa Civil da Presidência da República.

Para ver as regras na íntegra, acesse: CLIQUE AQUI

Fonte: Ecommerce news

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

BH Freios - Nova Loja

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Loja Virtual

segunda-feira, 15 de abril de 2013

E-commerce pode chegar a R$ 45 bi em 2016

Segundo Santos, o segmento apresentou taxa de expansão de 1.400% nos últimos dez anos e continuará crescendo em “ritmo chinês” na próxima década

Wikimedia Commons/Wikimedia Commons
E-commerce

No Congresso da Fenacom, Gustavo vai defender a ideia de que o canal de vendas – tanto de varejo quanto de B2B – deve se preparar já para uma radical integração de suas operações online e física
Até 2016, o mercado brasileiro de e-commerce passará a faturar R$ 45 bilhões anuais, em um salto impressionante sobre os R$ 24,2 bi registrados em 2012. A estimativa é de Gustavo Santos, Conselheiro Fiscal da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), e será explicada em detalhes durante painel na Fenacom 2013 – Feira e Congresso de Soluções para Automação Comercial, que ocorre em São Paulo entre 9 e 11 de abril. 

Segundo Santos, o segmento apresentou taxa de expansão de 1.400% nos últimos dez anos e continuará crescendo em “ritmo chinês” na próxima década.

Mas há uma mudança fundamental, diz ele. O crescimento, agora, será puxado pela presença massiva de um novo perfil de comprador – o “omni consumidor” – somado a outras novas tendências de comportamento de compra e de contorno tanto do mercado de varejo quanto de B2B.

“Omni consumidor é o consumidor que compra na internet, na loja física ou através de televendas de forma orgânica, cruzada”, diz Santos.
“Ele faz pesquisa de preços na internet antes de comprar na loja física e vai às lojas antes de comprar na web, de forma a sempre ter a melhor relação custo/benefício possível. Isso muda profundamente o funcionamento do mercado – e, segundo os dados mais recentes que temos, 62% dos clientes já faz pesquisa de preço na web antes de ir às compras no comércio tradicional.”

No Congresso da Fenacom, Gustavo vai ainda defender a ideia de que o canal de vendas – tanto de varejo quanto de B2B – deve se preparar já para uma radical integração de suas operações online e física. 

No caso do comércio corporativo, de empresa a empresa, ele sugere a criação de market places B2B como forma de ganhar “grande vantagem competitiva no aspecto de alcance e capilaridade de negócios”, sem a qual as tradicionais distribuidoras e revendas podem sofrer percalços com o aumento da competitividade em todos os níveis.

“A grande virada terá de ser dada pelas redes de varejo. Elas precisam com urgência integrar seus canais, isto é, as estratégias das lojas e de sites. Redes que se adaptarem e adotarem essa estratégia ganharão destaque pelo diferencial de serviço e atendimento ao consumidor, que está muito exigente e vai ficar ainda mais. Coisas como ‘compre na loja e receba em casa, compre em casa e retire na loja’ precisam se tornar parte comum do ferramental das redes.”

Segundo Santos, um dos fatores que exige essa mudança é a massificação do chamado "showrooming", comportamento de consumidores que, usando smartphones, pesquisam preços e condições de outras lojas quando já estão com o produto no carrinho do mercado.  

“O impacto dessa tendência é enorme: há mais de 27 milhões de consumidores com celulares ligados à web”, diz. “Entra aí em cena a necessidade de reposicionamento de estratégia de preços e de qualidade no serviço, dando mais benefícios e melhor atendimento ao consumidor. Além disso, as lojas terão de pensar em como tornar mais flexíveis suas políticas de preços. É uma mudança e tanto.”

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Fonte: exame.abril.com.br

Você usa a busca no seu e-commerce?

search
O campo de busca no seu e-commerce não deve ser um mero detalhe colocado na home, por que o designer achou legal ou por que o arquiteto de informação estudou e viu que essa é uma boa prática. Muito menos por que “todo mundo tem e eu também tenho que ter”. Ele deve ser um campo de entendimento de comportamento do consumidor, altamente rentável para as empresas. Sabendo usar, ele pode elevar as vendas e experiência do consumidor em números bem expressíveis.

Segundo pesquisas da SLI Systems, 34% das pessoas que acessam a loja online usam a busca e dessas, 43% que não encontram o produto, não procuram mais, o que significa abandono do site. Quando estamos estudando cada vez mais que está fácil trazer o consumidor para dentro do site com Buscapé, Google, Email marketing, mídia online, Facebook, FacebookAds, está também mais difícil elevar a taxa de conversão, que ainda está na casa dos 2% no geral. O desafio dos grandes e-commerces está em elevar essa taxa, afinal, elevando a taxa de 2 para 4% representa o dobro do faturamento. Imagina o que isso representa para uma Nova.com que lucra bilhões por ano com seus sites Ponto Frio, Extra e Casas Bahia.

Além de melhorar a encontrabilidade dos produtos no site, o campo de busca deve ser usado, e muito, para estratégias de Links Patrocinados. É fato que as campanhas devem seguir os conceitos de presença digital, onde as marcas devem estar presentes onde as pessoas estão propensas a busca-la, por isso, quando montamos uma campanha tudo está ligado.

Analisar como as pessoas buscam os produtos no site é ter insights de como podemos usar essas palavras no Google, seja na já mencionada ação de Links Patrocinados, onde se deve usar a forma com a qual o consumidor busca determinado produto para melhorar e otimizar os anúncios como também, saber o que mais vende e trabalhar com esse foco para as buscas naturais e claro, ações de e-mail marketing e comparadores de preços. Mais uma vez, olhem como as ações são amarradas dentro do conceito presença digital.

O campo de busca não pode ser esquecido jamais, pois devemos pensar que por volta dos anos 2000, surgiu o Google, um grande agregador de sites na web que apresenta ao usuário aquilo que ele pergunta. Se eu pergunto “caneta azul” ele me mostra sites onde posso comprar, sites de marcas de canetas, imagens feitas com canetas, vídeos no YouTube sobre canetas, campanhas de mídia de marcas famosas, enfim, todo o universo da palavra. E mais uma vez vemos o conceito de presença digital aqui.

Na busca do seu e-commerce, deve acontecer o mesmo, afinal, o Google mudou o comportamento do consumidor, que se acostumou, e agora quer respostas cada vez mais rápidas e assertivas.


Fonte: Ecommerce news

terça-feira, 2 de abril de 2013

Divulgando sua loja virtual – Por onde começar


Divulgação de lojas virtuais. Por onde começar a divulgação da sua loja virtual.Sem dúvida uma das tarefas mais importantes para o sucesso da sua loja virtual é a divulgação que você da a ela e a seus produtos. Sem marketing não adianta você ter o melhor produto com o melhor preço. Se as pessoas não conseguem te encontrar…não valeu de nada todo esse esforço. O problema para quem está iniciando no e-commerce é justamente saber como conseguir essa divulgação e no menor espaço de tempo possível. Hoje em dia existem várias ferramentas para serem usadas na divulgação, indo do SEO, links patrocinados, e-mail marketing indo até as mídias sociais como o Twitter e Facebook. Concordo, dá pra se perder. Então, por onde começar? 


Um bom começo é justamente pelo início. Portanto, desde o início do seu projeto tenha em mente que você precisará de uma boa estrutura de SEO para conseguir que a sua loja virtual alcance as melhores colocações nas listagens de pesquisa do Google e outras ferramentas de busca como o Yahoo e Bing. Isso não é coisa que se faz depois. Uma boa colocação no Google tem um valor inestimável e traz uma baita economia. Tendo uma boa colocação espontâneas nas listagens de respostas das ferramentas de busca você economiza rios de dinheiro com links patrocinados. Por isso vale muito a pena investir em uma boa estratégia de SEO.

 

Divulgação de loja virtuais exige amadurecimento

Bem, no início você não pode contar muito com  a sua estratégia de SEO porque a não ser que você já a tenha iniciado a algum tempo ele ainda não irá surtir resultados logo nesses primeiros momentos e além disso existe o problema do sandbox nestes primeiros 30 ou 60 dias de funcionamento. A melhor e mais barata forma para você obter uma divulgação é um bom resultado na resposta espontânea das ferramentas de busca atraindo tráfego qualificado para a sua loja. Só que isso demora, pois depende de uma boa estratégia de SEO e seus ajustes, um processo demorado que também depende das próprias ferramentas de busca. Estamos falando de um período que pode levar de 3 a 6 meses dependendo do caso.

A saída imediata seriam então os links patrocinados. Links patrocinados são anúncios pagos para que o link de sua loja apareça logo nas primeiras colocações das ferramentas de busca como o Google, Yahoo, MSN/Bing. Fácil mas custoso.

O problema é que você não pode esperar muito tempo todo para começar a ter um tráfego qualificado em sua loja. Se não tem jeito, o jeito já está dado. Portanto, você terá que atuar em duas frentes para solucionar para solucionar a questão da divulgação em um primeiro momento. 

Em primeiro lugar, de início a uma estratégia de otimização do site através de técnicas de SEO para que passe a ter uma boa colocação no Google e demais ferramentas o quanto antes. Vários de nossos anunciantes prestam este tipo de serviço, é só uma questão de pesquisar e descobrir as melhores opções ou então contratar uma empresa especializada neste tipo de assessoria.

 

Links Patrocinados – Uma ótima ferramenta de marketing digital

A segunda medida é dar início a uma divulgação através de uma campanha de Links Patrocinados, que são anúncios pagos e que fazem a sua loja ser listada logo nas primeiras colocações nos sites de busca. essa campanha pode ser criada por você mesmo ou por pessoas especializadas como muitos que anunciam conosco.
Com o tempo você passará a conseguir melhores colocações em função do trabalho de SEO e com isso poderá reduzir as campanhas com os links patrocinados diminuindo sensivelmente os seus custos com divulgação.
Outra estratégia para a divulgação de lojas virtuais são os Facebook Ads, os anúncios pagos no Facebook. Não há como ignorar um canal com mais de um bilhão de usuários no mundo e mais de 60 milhões apenas no Brasil.
Um dos grandes “baratos” do comércio eletrônico é justamente o eterno jogo de xadrez que é jogado. Para o empreendedor moderno é a aplicação de tudo o que pesquisou. É um jogo gostoso de inteligência.
Pronto, o que parecia um beco sem saída no início do artigo, tem agora uma solução bastante viável e com resultados imediatos. Ficam ai algumas ideias para a divulgação de lojas virtuais.

Consulte também com nosso atendente On Line como ter uma Loja Virtual e divulgação. Temos uma equipe especializada de consultores. CLIQUE AQUI

Fonte: Blog do Ecommerce

quinta-feira, 28 de março de 2013

5 Tendências de Design para o E-commerce em 2013

web-design

No mesmo ritmo em que as tecnologias do mundo virtual estão em constante evolução, o design também sempre evolui para se adequar a todas essas novidades. Navegação intuitiva, usabilidade e inovação são as palavras chaves do momento. Tudo gira ao redor desses conceitos, sempre com o objetivo de atender aos usuários cada vez mais exigentes do mercado. Selecionamos algumas tendências de design que tem tudo para fazer o seu comércio eletrônico ser um sucesso neste ano. Confira!

Uma grande tendência de design para o E-commerce atualmente é a objetividade e a navegação intuitiva. A usabilidade vem se tornando cada vez mais importante e essencial para o sucesso do comércio eletrônico. Devido a isso, lojas “cleans” estão em alta, pois ajudam o cliente a encontrar facilmente o que deseja. O objetivo da criação de lojas limpas e minimalistas é o foco nos elementos principais e nas ações mais importantes para a navegação, sem deixar de pensar nos elementos necessários para a criação da identidade visual da loja. Hoje em dia, o “clean” está diretamente ligado com tecnologia, sofisticação e inovação, qualidades que são muito valorizadas pelo consumidor atual.

Mas o desafio não é tão simples como parece: uma loja clean não tem nada a ver com uma loja vazia ou básica. É preciso ter cuidado para que a loja seja simples ao navegar e ao mesmo tempo autêntica, mantendo a identidade da sua marca. 
2. Tipografia
Com a evolução da tipografia para websites (graças ao Google Web Fonts), temos diversas opções de fontes disponíveis que podem ser utilizadas nas lojas virtuais e que funcionam em todos os computadores, sem precisarmos recorrer às imagens. Esse progresso permite que a tipografia ganhe muito mais importância, e a previsão é que ela ganhará força e se tornará parte integrante no projeto dos websites. Assim como no design impresso, as belas fontes também serão utilizadas nas mídias digitais, acabando com as limitações que tínhamos até pouco tempo atrás.

O uso de fotografias grandes em um projeto web, seja como plano de fundo ou parte do conteúdo, ajuda a transmitir as emoções que a marca deseja passar ao seu público através do layout. Porém, ao utilizar essa tendência na loja virtual, é preciso ficar atento com relação ao peso das imagens, para que o seu carregamento não fique lento.

Outra grande tendência são os FullBanners na página principal. Quando bem planejados (utilizando boas fotografias e tipografia agradável), os banners transmitem a identidade da marca, passando todos os conceitos e valores aos usuários que a visualizam, permanecendo em suas mentes. Uma loja que demonstra possuir cuidado e criatividade na seleção das suas imagens transmite credibilidade ao consumidor, ajudando muito na conversão em vendas.

4. Topo flutuante
O Topo Flutuante (muito utilizado nas redes sociais) permanece no topo da loja mesmo quando o usuário rola para baixo da página, sendo acessível em qualquer lugar do site, sem precisar se deslocar. Isso permite que os elementos principais para a navegação na loja virtual (como a ferramenta de busca e o mini-carrinho) sejam sempre visualizados, facilitando o encontro do cliente com o que está procurando.

Outra tendência no E-commerce que surgiu a partir das redes sociais é a rolagem infinita, também conhecida como Scroll Infinito. A estratégia de fazer o usuário navegar sem precisar selecionar a página seguinte cai como uma luva nas estratégias do comércio eletrônico, pois permite que aquele cliente que antes não passava das primeiras páginas da loja visualize um número muito maior de produtos, aumentando a chance deste usuário finalizar uma compra em sua loja.

A todo o momento a Web Studio atualiza sua plataforma de Loja virtual com novas tendências. 
Confira as novas ferramentas e tendências que a Web Studio está oferencendo este mês:
CLIQUE AQUI

segunda-feira, 18 de março de 2013

Web Studio - Empresa Certificada




Agora a Web Studio é uma Empresa Associada


A ABComm - Associação Brasileira de Comércio Eletrônico reune representantes de lojas virtuais e empresas nas áreas de tecnologia da informação, organização de eventos, portais de notícias e serviços de marketing para trocar experiências e abrir espaço para que micro e pequenas empresas tenham participação nas discussões sobre o mercado digital brasileiro.

A ABComm - Associação Brasileira de Comércio Eletrônico defende os interesses dos empresários digitais junto aos órgãos públicos.

Visite nosso Site e conheça nossos serviços e produtos: 

LOJA VIRTUAL
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terça-feira, 5 de março de 2013

Problemas que podem diluir as vendas de seu E-Commerce


Os motivos que levam os consumidores comprarem em uma loja virtual é uma questão importante. Porém, é mais relevante estudar porque os consumidores não finalizam uma compra, e quais são os fatores que fazem com que desistam dela. Abaixo apresentamos alguns motivos frequentes que levam a desistência de compras on-line.

Os Clientes não encontram o produto ideal: Na maioria dos casos o cliente nem sequer chegou ao produto, ou não encontrou nenhuma oferta que o convenceu. Um site de comércio eletrônico deve ser como um bom vendedor e ajudar o cliente a encontrar o produto que deseja. Esta tarefa é muitas vezes ignorada pelo fato da dificuldade em agradar os diferentes tipos de consumidores. Mas já existem diversas ferramentas e métodos para ajudá-los em suas escolhas. Integrar tais ferramentas em sua loja virtual provavelmente melhorará o seu desempenho em vendas.

Sua oferta não é convincente o suficiente: Se o cliente chega ao produto desejado poderá rever a sua oferta: o que quer comprar e por quanto. No melhor cenário, é exatamente aquilo que querem e para eles o produto é mais importante do que quanto irá pagar para tê-lo imediatamente, mas infelizmente isto não ocorre na maioria dos casos. Muitas vezes o cliente pensa que o seu preço é caro e irá pesquisar mais. Felizmente, já existem muitos métodos para aumentar a efetividade de sua oferta, e quanto mais deles você utilizar, mais convincente ela será.

Os consumidores não acreditam em alguns detalhes da oferta: Este é um inimigo sorrateiro, uma vez que pode impedir a compra de um produto sem que o cliente saiba exatamente porque o fez. Se o cliente não confia em algo, não conclui sua compra. Se algumas partes da ofertas não são claras ou os consumidores não conseguem ver exatamente o que, quando, por quanto e como podem comprar, será mais difícil convencê-los a efetuar a compra.

O processo de compra é difícil e sem lógica: De acordo com as estatísticas, pelo menos metade das compras não ocorre por conta de um processo de pagamento ilógico e difícil. Uma loja virtual só será boa se o consumidor poder usá-la instintivamente e ela se adaptar a lógica do cliente, e não ao contrário. Será muito difícil efetuar a venda se houver uma necessidade de obter instruções de como finalizar este processo.

Não conseguir escolher entre os seus diversos produtos: Este é um problema para as empresas que oferecem muitos produtos: se o cliente se depara com muitas ofertas similares que pareçam igualmente boas para eles, e não recebem nenhuma orientação útil para que tome a sua decisão, ele não irá comprar e adiará sua decisão, podendo lavá-los a procurar outra empresa que ofereça-lhes assistência, resultando em perda de venda.

Não encontrar um método apropriado de pagamento: para este problema, não há solução geral, e esta decisão deve ser tomada com base nas preferências de seus clientes. Portanto, a melhor resposta reside em uma boa análise interna.

Há menos de uma década, os vendedores de e-commerce podiam se sair bem apenas assegurando a venda de seu produto sem dar assistência ao cliente. No entanto, com a intensificação da concorrência, não é mais possível ignorar estes detalhes caso se espere obter um desempenho superior de seu site.


Fonte: Ecomerce News

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

TV digital: uma futura plataforma para o e-commerce

tv-commerce

Apesar de a TV digital ter sido inaugurada oficialmente no Brasil em 2007, a realidade das transmissões televisivas é outra. Aqueles que ainda dependem de antenas para assistir a programação da TV aberta sofrem com interferências típicas como problemas de imagem e de som. Teoricamente, com a chegada da nova tecnologia, as imagens terão qualidade 6 vezes superior do que as atuais e o áudio será o 5.1, igual ao de alguns DVDs. O sinal digital, no entanto, está disponível apenas em algumas cidades e a dificuldade para sintonizar é grande. Por outro lado, existe uma evolução cada vez mais visível impulsionada pela TV por assinatura. Hoje, existem receptores que transmitem YouTube e outras plataformas de clipes e filmes online.

Mas a TV digital também vai ocasionar outras mudanças. A interatividade é o recurso mais revolucionário que a tecnologia da transmissão digital pode trazer em termos de TV, já que tal interatividade pode ser vista de maneira parecida na internet. A tecnologia que permitirá esta inovação, no entanto, ainda está em estudo. Algumas fabricantes de aparelhos de TV já expuseram em feiras pelo mundo sistemas que realmente permitem um grau de interação satisfatório com o equipamento, mas tudo ainda está em fase experimental.

O e-commerce pode ser um dos setores beneficiados com esta provável interação. São muitas as possibilidades de uso desta ferramenta. Imagine que numa reportagem sobre um grande personagem da literatura, o jornalista cite nomes de famosos escritores e simultaneamente aparece no canto da tela um ícone com a seguinte mensagem: compre agora as obras mais famosas de “fulano de tal”. Este é um recurso que mais cedo ou mais tarde a tecnologia da TV digital vai permitir. A concretização desta ideia, no entanto, envolve outros fatores como linha editorial da emissora e questões financeiras.

Um bom exemplo da relação entre TV digital e e-commerce é a parceria firmada entre o Kuantokusta e a Portugal Telecom. O acordo entre prevê a exibição de ofertas contidas no comparador de preços para os assinantes da maior empresa de TV por assinatura do país. A aplicação deste recurso está em fase de testes.

O fato é que com esta nova plataforma disponível as empresas de e-commerce aumentarão consideravelmente suas chances de ganho e as possibilidade de explorar novas formas de linguagem de vendas e de fazer negócio. Afinal, como fazer a dona de casa comprar o vestido que a moça da novela está usando? Qual apelo deve ser dado? Como isso será feito? As possíveis respostas, por enquanto, são apenas divagações. Embora a tecnologia que permita a interação ainda não seja uma realidade, é melhor começar a imaginar como será o futuro e como ser parte ativa das transformações que o mercado enfrentará.

Fonte: Ecomerce News

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Saiba qual a melhor cor para o botão comprar

botao-verde

Muitos lojistas e desenvolvedores sabem da importância que a cor dos botões call-to-action (os que levam à ação que se espera.) têm para o aumento da taxa de conversão de uma loja virtual e isso não é nenhuma novidade.

Mas qual é a cor que mais gera conversão?

Há algum tempo, tenho ouvido muitas pessoas afirmarem que a cor que mais converte views em cliques é o verde, porém, sempre me mostrei resistente à ideia de analisar um elemento da página de forma individual sem que fosse observado o todo.

Um dos mais importantes princípios da Gestalt diz que o todo é maior que a soma de suas partes. Mas o que isso quer dizer?

O botão é apenas um dos elementos da página e não deve ser avaliado separadamente, pois quando os elementos são vistos juntos, seu cérebro irá interpretar todo o conjunto ao mesmo tempo. (Faço um paralelo com uma música. Não se pode julgar uma música considerando apenas um instrumento, pois quando você a ouve, percebe todos os sons ao mesmo tempo.)

Sendo assim, como fazer pra que o botão trabalhe em conjunto com os demais elementos visuais da página para gerar mais cliques?

Foi exatamente essa pergunta que o pessoal da Hubspot fez e para atestar a eficácia do botão verde, elaboraram um teste A/B em uma situação real para saber se o verde realmente gerava mais conversão.

As cores escolhidas para o teste foram o verde e o vermelho por serem opostas. O verde carrega consigo a conotação de “Siga” enquanto o vermelho simboliza o “Pare”.

Qual a sua opinião?

Qual gerou mais cliques?

Note que a única coisa diferente nas duas páginas é a cor do botão. Textos e diagramação foram mantidos exatamente iguais tanto numa quanto na outra.


Talvez você se surpreenda com o resultado, mas após 2.000 views, o botão vermelho recebeu 21% mais cliques que o verde.

É isso mesmo! Apesar do peso negativo que a cor traz, ela fez com que o número de usuários que efetuaram o cadastro aumentasse em quase ¼.

Não se sabe exatamente os fatores que levaram ao aumento significativo da conversão para quem visualizava o botão vermelho, mas repare na quantidade de verde que há na página comparado com a quantidade de vermelho.

Há muito mais verde na página (alguns inclusive com o mesmo tom do botão), isso fez com que o botão verde ficasse camuflado, enquanto o vermelho se destacava.

Isso significa que a cor ideal para o botão call-to-action é aquela que é imediatamente percebida na página de forma que o usuário saiba onde precisa clicar sem ter que procurar ou mesmo pensar. Por isso, para destacar o seu botão escolha cores que chamem a atenção, com bastante contraste com os demais elementos do site, em um tamanho que seja fácil de localizá-lo e, acima de tudo, faça testes A/B para se certificar que você realmente fez a escolha certa.

Portanto, contrate um bom profissional de usabilidade, fuja de falsos paradigmas e aposte em cores diversificadas. Nós da Web Studio podemos ajudá-lo! Fale com nosso atendente e tire suas dúvidas!

Melhor idade: uma presença cada vez mais numerosa no comércio eletrônico brasileiro

25% dos e-consumidores do país têm hoje mais de 50 anos de idade 

Melhor idade: uma presença cada vez mais numerosa no comércio eletrônico brasileiro



Quem passa mais tempo na internet: os jovens ou a terceira idade?


Parece óbvio que são os jovens. Mas não é tão óbvio assim.


Nos fins de semana, os jovens estão gastando 4 horas e 51 minutos na internet. Os usuários com mais de 60 anos, 4 horas e 11 minutos. Apenas 40 minutos a menos que os jovens
O tempo dedicado à internet pelos mais velhos tende a aumentar e a superar o dos mais jovens em breve.

Eles e elas


Os homens, que desde cedo tendem a se familiarizar mais rápido com a tecnologia, mantêm esta característica quando ficam mais velhos: 65% dos usuários acima de 60 anos são homens, apesar de existirem mais mulheres do que homens nesta faixa etária no país.
Já elas, assim como as garotas mais jovens, são as que ficam mais tempo nos bate-papos, no Skype e nas redes sociais.


Terceira idade no e-commerce


Chama particularmente a atenção a presença firme da terceira idade no comércio eletrônico: 72% dos internautas com mais de 60 anos acessam e fazem compras em lojas virtuais. Entre os jovens, são 60% os que fazem o mesmo.
Atualmente, 25% dos e-consumidores têm mais de 50 anos. Em 2002, eles eram apenas 10%. 


Há explicações lógicas: 


- Os consumidores com mais de 60 anos preferem evitar a locomoção até as lojas físicas; 
- eles têm mais renda do que os jovens; 
- eles têm mais tempo para visitar as lojas virtuais; 
- eles foram acumulando nos últimos anos mais conhecimento e mais segurança para fazer operações na internet, inclusive de bankline. Eles estão mais acostumados do que os jovens a realizar transações online.

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Fonte dos dados: e-bit e QualiBest.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Quando aplicar o rosa no e-commerce?

rosa

Entre as cores mais aplicadas em segmentos específicos, o rosa, com certeza, é um dos mais presentes. Com uma proposta feminina, esta cor predomina em layouts com objetivo certo: conquistar a clientela por seus atributos.

Seguindo o nosso breve estudo sobre psicologia das cores e aplicação das mesmas no e-commerce, destacamos algumas situações e oportunidades nas quais o rosa pode ser aproveitado:

Atributos do rosa. Em uma frequência entre o magenta e o vermelho, se encontra o rosa. Identificado como uma cor quente, esta coloração além de representar feminilidade e descontração, influencia nos sentimentos de quem entra em contato com a mesma, gerando sensações confortáveis.

O rosa e seus significados.
 Como já dito, o rosa representa feminilidade, e seu significado está diretamente ligado ao romantismo, a ternura, a ingenuidade, a suavidade, a fragilidade e a delicadeza. Em alguns momentos, dependendo da tonalidade, podem ser atribuídos ao rosa, os significados de sensualidade e sedução.

O rosa e os segmentos específicos. É difícil encontrar uma loja virtual com o layout cor de rosa, se o objetivo não for conquistar um público que aprecie ou se identifique com a mesma. Representando os significados descritos, o rosa encontra-se predominantemente em lojas de roupas íntimas femininas, lojas com temas infantis, floriculturas, lojas de cosméticos, lojas voltadas ao segmento de moda e até mesmo Sex Shops.

Em quais outras oportunidades posso utilizar o rosa? Se sua loja virtual não trabalha com nenhum dos ramos citados, ainda é possível aplicar o rosa. Neste caso, pode-se apostar em banners que contenham, sutilmente, a coloração ou até mesmo em hotsites específicos para alguma ação desenvolvida.

Como com qualquer cor, é preciso ter cuidado com as reações provocadas no público da loja virtual, também é essencial analisar se haverá uma identificação entre os consumidores e a proposta do empreendimento. Nesse sentido, antes de aplicar o rosa em sua loja, analise, pesquise as possibilidades e trace estratégias de compatibilidade com seus clientes, pois além de lindo, seu design precisa ter objetivo. Pense nisso!

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Seu e-commerce pode ser um canal de mídia?

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E por que não pode?

Um dos primeiros modelos de negócio digitais foi a venda de banners em sites. Anunciantes compravam banner na home de portais como Uol e Zaz (atual Terra) para divulgar suas marcas, mesmo sem ter um e-commerce. Depois os grandes publishers viram na web um canal espetacular e começaram a construir seus sites e portais apostando no mesmo modelo de receita que sustenta seus veículos impressos, a publicidade, só que o momento era da publicidade digital, do banner, da novidade. Hoje, o banner não é mais o “queridinho” da Internet, mas se bem feito, ainda dá resultados.

Hoje, muito se mudou na estratégia de mídia online. Nem só o banner na home de portal dá resultado. É preciso estar em outras mídias como Redes Sociais, Google, Blogs, Mobile, smartv entre outras, pois as pessoas estão consumindo cada vez mais esse tipo de conteúdo, entretanto, um dos pilares para a compra de mídia online ainda era comprar espaços onde tem grande audiência, de preferência, qualificada para a sua marca ou produto. Anunciar no grande portal dá resultado para campanhas de massa, mas se você tem uma danceteria será melhor fazer uma ação em um site segmentado de baladas.

E como estão os e-commerces hoje? Estão com suas plataformas acessíveis por PCs, mas já estão no Mobile, Tablets, usando as Redes Sociais como canal de relacionamento (ao menos deveriam) e vendas, estão com Blogs, canais no YouTube, presentes no Google. O trabalho de presença digital está sendo bem feito e por que não aproveitar isso? Esses e-commerces tem muita audiência, claro, pois tem milhares de produtos a venda e isso atrai muita gente, mesmo que sejam, o que eu chamo de taxa de curiosos, ou seja, pessoas que entram, pesquisam e saem. Tem aos montes nesses sites.

A grande quantidade de produtos pode confundir o usuário. O que comprar? Uma TV de LCD ou Led? De 42 ou 50 polegadas? Um notebook com 3 ou 4 gigas de HD? Sony, LG ou HP? Quanto mais se dá opção ao usuário, mais ele fica na dúvida. E se o usuário entrou no site pesquisando uma TV, mas tem o lançamento de um livro da banda ou time que ele mais gosta? Como ele vai saber?

O e-commerce pode e deve ser um canal de mídia, pois é preciso saber divulgar a marca no canal específico. Falei aqui o quanto e-commerce trabalha sua presença digital, que possui altas audiências, que tem muitos produtos que pode confundir o usuário, que ele pode entrar para pesquisar um produto, porém se impactado por outro pode despertar o desejo da compra. Mais algum motivo para sua marca, se estiver sendo vendida naquela loja virtual, fazer um plano de divulgação? Acredito que não, e se você tem um e-commerce o que acha de uma nova fonte de renda?


Fonte: Ecommerce News

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Tendências de fim de ano (e para 2013…)

Com o início da temporada de vendas de fim de ano, novas tendências parecem brotar no cenário do e-commerce. Algumas nem são necessariamente novas, mas voltam à tona toda vez que entramos em uma temporada de feriados, como a que acabamos de citar. Se alguns anos atrás o frete gratuito e a Black Friday eram tendências meramente especulativas hoje elas fazem parte de uma realidade impossível de ser ignorada por aqueles que trabalham com comércio online. Conforme aponta o site da ComScore, há quatro “S” que merecem atenção especial nesse final de ano, e em 2013: Social Commerce, Smartphones, Showrooming e Sit-Back Shopping. Vamos dar um rápido giro por cada um deles:

Social Commerce
Embora a expressão não seja nova, até o momento, o Social Commerce apresentou mais reputação do que resultados práticos. Evidente que a ideia de produtos e presentes sendo recomendados livremente no Facebook e no Twitter, potencializando o marketing boca-a-boca a um nível jamais visto anteriormente, tem sido um pouco exagerada desde o início. Mas isso tende a mudar em breve. A razão para essa mudança é a rápida emergência de canais sociais mais voltados para a experiência de compra. Alguém aí lembrou do Pinterest? Pois é, mas não apenas ele, sites como o The Fancy e o Svpply, também são exemplos de canais mais direcionados para o consumo. No ano passado, o Pinterest teve 3 milhões de visitantes nos Estados Unidos no mês que precede as férias. Neste ano ele tem mais de 25 milhões. Com tanta gente pinning produtos que acharam interessantes ou que conseguiram comprar por uma barganha, o fluxo natural aponta que o Pinterest se torne um impulsionador natural de vendas. Com o The Fancy e o Svpply essa relação é ainda mais incisiva, pois eles disponibilizam a opção “want” para seus usuários e permitem a compra de maneira ágil e rápida. É lógico que o Facebook não iria ficar para trás nessa corrida. A maior rede social da atualidade já está planejando um “want button” em sua estrutura, e empresas como Victoria Secrets, Michael Kors e Pottery Barn já estão testando o recurso. Além disso, a aquisição do Karma no primeiro semestre do ano também revela uma certa intenção do Facebook em investir mais fundo nesse território.

Smartphones
Outra tendência que não é nova, mas que ainda não revelou todo seu potencial. De acordo com dados da comscore, este ano o mercado de telefonia móvel alcançou 50% de penetração no mercado norte-americano neste ano. No Brasil o cenário também apresenta um crescimento considerável. Uma pesquisa da Flurry indica que, em um ano, a quantidade de aparelhos Androids e iPhones aumentou 220% em terras brasileiras. Só perdemos para Chile, com 279%, e China, com impressionantes 401% de crescimento no mesmo período. Outro fato relevante é o número de acessos via banda larga móvel. No mês de julho, foram 60,1 milhões, um aumento de 46% em relação ao início do ano, segundo uma pesquisa realizada pela Teleco com base em dados da Anatel e informações das próprias operadores. Com os smartphones se tornando mais acessíveis um mar de possibilidades se abre não apenas para as empresas que comercializam diretamente os aparelhos. Se você trabalha no mercado de cases para telefones, periféricos, microfones ou conteúdo digital para download, a tendência é observamos smartphones e acessórios respondendo por um percentual significativo de presentes de fim de ano.

Showrooming
Com mais smartphones por aí, o hábito de analisar um produto na loja física para depois comprá-lo online – também conhecido como “showrooming” – tende a ganhar força. Dessa forma, o usuário pode comparar os preços em tempo real para tomar a melhor decisão na hora da compra. Nos Estados Unidos esse costume já está bem enraizado, embora a maior parte das pessoas ainda desconheça a expressão “showrooming”. Um estudo recente, realizado pelo Edgell Knowledge Network, em parceria com o Ebay, revela que esta prática atinge cerca de 80% dos lojistas dos Estados Unidos, causando prejuízos que representam em média 5% de sua receita total. No Brasil o hábito ainda não está consolidado, mas é uma questão de tempo para que se torne uma realidade.

Sit-Back Shopping
Uma das grandes mudanças nos últimos dozes meses foi a popularização dos tablets. Antes vistos como itens de luxo com preços exorbitantes, agora é possível encontrar modelos de vários tamanhos e tipos, com valores bem mais acessíveis. Os usuários de tablets, que eram pouco mais de 220 mil no início do ano passado no Brasil, hoje são cinco milhões e representam 13% dos acessos à Internet por meio de dispositivos móveis. E esses números só tendem a aumentar. É claro que isso também está transformando as maneiras como as pessoas acessam conteúdo e os horários que elas fazem isso. O hábito de comprar também é afetado, e, inclusive, é uma das atividades mais populares em tablets, sendo a categoria de roupas e acessórios uma das mais procuradas. Talvez o fato de que as pessoas usem esses dispositivos em momentos que estão em um estado de espírito mais relaxado, como quando estão viajando ou à noite em casa, seja o estimulante para a popularização das compras em tablets. Compreender e saber como aproveitar esse comportamento, também conhecido como Sit-Back Shopping, representa um grande potencial para os varejistas nesta temporada.

Visite

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Web Studio - Agora você pode também comprar pela nossa Loja!




A Loja da Web Studio inaugurou a pouco e já é o maior sucesso na Internet!

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Cresce a taxa de abertura de e-mails

Cresce a taxa de abertura de e-mails

Cresce a taxa de abertura de e-mailsO índice de mensagens de e-mail marketing que são efetivamente abertas pelos usuários  aumentou dois pontos percentuais no Brasil nos últimos dois anos. A constatação é de um estudo da Econsultancy, principal consultoria global no levantamento de dados e aconselhamento em marketing digital e comércio eletrônico. O levantamento afirma que a chamada taxa de abertura saltou de 19,5% em 2010 para 21,5% em 2012.

Essa medida é o resultado do total de destinatários que abriram de fato a mensagem dividido pelo número total de e-mails que foram entregues, excluindo os erros. “Basicamente, uma taxa de 20% de e-mails abertos significa que, de cada 100 e-mails entregues, vinte foram visualizados”, explica Victor Popper, CEO da All In.

É possível entender que o aumento das aberturas tem relação direta com a individualização das mensagens eletrônicas já que as empresas estão começando a compreender a  importância de segmentar as campanhas de acordo com o interesse real do público-alvo.

Além de melhorar o volume de mensagens abertas, a All In tem constatado no dia-a-dia que as listas feitas com maior preocupação com o relacionamento das empresas com seus clientes estão conseguindo ultrapassar as projeções iniciais de conversão em vendas. “Listas não segmentadas acabam gerando efeito contrário e ao invés de engajar, prejudicam a reputação das empresas perante os provedores de e-mail, porque mesmo que o usuário abra uma campanha, se ele não encontrar nada que lhe interesse, ele não vai interagir e os provedores observam esse comportamento”, diz Popper.
Nesse sentido, os estudos da Econsultancy mostram que a taxa de cliques nos e-mails, saltou de 6,6% para 7,7% entre 2010 e 2012. 

Fórmula do sucesso

O caminho de uma campanha de e-mail marketing bem sucedida pode ser definido pela seguinte fórmula: taxa de abertura mais taxa de clique é igual à conversão.

 

Para alcançar uma boa taxa de abertura, o subject é um dos itens mais importantes. Se logo de cara você conseguir chamar a atenção do usuário, ele irá abrir sua campanha. Por isso, criatividade, ir direto ao ponto e clareza no assunto da mensagem garantem maior audiência ao seu e-mail marketing.

 

A taxa de conversão indicará o percentual real de pessoas que passaram por todas as etapas da campanha e finalizaram o processo com uma compra efetiva. Popper revela que a taxa de conversão elevada ocorre quando se entende que grande parte das vendas por e-mail marketing é realizada por impulso. Já para conseguir uma taxa de cliques representativa, é essencial que se leve em consideração uma base opt-in e segmentada, assim você poderá oferecer conteúdos direcionados a quem realmente está interessado. 

 

“Incluir conteúdos que agucem a curiosidade do usuário a ponto dele querer saber mais a respeito dos produtos, é uma das chaves de sucesso. Fazer com que o usuário navegue pelo site, oferecendo vantagens para que finalize a compra é outra. Todos estes fatores, e os números têm mostrado isso, fazem do e-mail marketing uma das ferramentas mais poderosas no comércio eletrônico em nosso tempo”, finaliza.


Fonte: All In Mail